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Boulos cobra iniciativa privada a fazer em alguns dias o que o governo não fez em 87 anos

Guilherme Boulos diz que avião não decolou em Congonhas por culpa da iniciativa privada, que assumiu o aeroporto há 52 dias

Melhor Não Ler|Do R7

Movimentação dos aviões no aeroporto de Congonhas (SP)
Movimentação dos aviões no aeroporto de Congonhas (SP) Movimentação dos aviões no aeroporto de Congonhas (SP)

Os políticos brasileiros são imbatíveis quando o assunto é apontar o dedo para os outros, mas são totalmente cegos para suas próprias (e incontáveis) falhas. Fenômeno curioso, não é mesmo?

Mas vamos à bola da vez: o controle do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, ter sido passado para a iniciativa privada. É claro que todo socialista riquinho, além de posar de defensor dos pobres (de quem quer distância), é contra as privatizações. Mesmo diante de todas as provas da ineficiência do Estado em administrar empresas públicas. Enfim... 

A questão é que, na tarde da última sexta-feira (8), uma aeronave teve a decolagem interrompida em Congonhas por problemas no asfalto da pista. Os passageiros foram realocados para outra aeronave, onde seguiram para o seu destino. De acordo com a Aena Brasil, concessionária que assumiu o controle do aeroporto em 17 de outubro deste ano, ou seja, há menos de dois meses, as operações continuaram sem grande impacto, e outra via foi usada para acesso à pista de pouso e decolagem principal.

Porém, para Guilherme Boulos, do PSOL (ah... o PSOL nunca decepciona!), a culpa é da privatização. Em seu perfil em uma rede social, o socialista que anda de jatinho particular pra lá e pra cá postou o seguinte:

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“Um avião não conseguiu decolar do aeroporto de Congonhas devido a um trecho do asfalto que esfarelou. O aeroporto foi entregue à iniciativa privada em outubro desse ano. Tirem suas próprias conclusões.”

Poxa, Boulos, como socialista, você não deveria dar tanto cartaz assim às privatizações! Todo mundo sabe que a iniciativa privada é muito mais eficiente do que o governo, mas não precisa cobrar que eles façam em apenas 52 dias o que não foi feito nos 87 anos que Congonhas foi uma estatal, né? Não viaja, “cumpenhêru”!

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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