Melhor Não Ler Filme para público masculino é acusado de excesso de masculinidade

Filme para público masculino é acusado de excesso de masculinidade

Críticos dizem que 'Top Gun: Maverick' tem 'testosterona demais' e que não está adaptado à 'geração do novo mimimilênio'  

Depois de 36 anos do lançamento de Top Gun — Ases Indomáveis, que se passa em uma escola naval onde os melhores pilotos americanos são treinados para voos de elite, chega a nova produção, igualmente protagonizada por Tom Cruise, Top Gun: Maverick.

Tom Cruise num  F-18 Super Hornet: agora querem aeronaves que exaltem a feminilidade

Tom Cruise num F-18 Super Hornet: agora querem aeronaves que exaltem a feminilidade

Reprodução

Enquato o primeiro filme foi campeão de bilheteria em 1986, o segundo — que é dirigido ao público masculino na faixa dos 40 anos — não agradou aos críticos lacradores, aqueles que se preocupam mais com discurso identitário do que em avaliar a produção em si.

Os “cricríticos” acharam que o filme “faz ode à testosterona e ignora qualquer aceno ao feminismo” e reclamaram até do formato “fálico” das aeronaves. Quem diria que para agradar à geração do novo “mimimilênio” até a aerodinâmica precisa ser redesignada!

Outros objetos considerados masculinos demais — por exaltarem a “potência masculina” — também foram criticados, como: jatos com motores barulhentos, óculos aviador, jaquetas verde-musgo e motocicletas.

Portanto, caros produtores, diretores e roteiristas de cinema, na próxima produção que envolva aeronaves, não se esqueçam de encomendar aviões inclusivos, com design que exalte a feminilidade e cujos motores não façam os ruídos característicos das máquinas “masculinas”. E, claro, nada de motocicletas. Que tal patinetes? Obviamente tendo o cuidado de que os dublês usem sempre joelheiras, cotoveleiras e capacetes, além de um colchonete amarrado ao redor do corpo. Se o filme tiver um bom orçamento, pensem em usar trajes acoplados com airbags.

E fica a dica para os figurinistas: prefiram óculos gatinho e roupas em cores femininas, como “glacier lake”, “perfect pale” e “very peri”. Embora as feministas digam que todos podem usar as cores que quiserem, já vimos que não podemos, não!

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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