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O Estado é inimigo do trabalhador, mas a matemática é inimiga do Estado

Trabalhador: faça as contas e descubra que aquilo que o Estado diz dar de graça custa caríssimo e sai do seu bolso

Melhor Não Ler|Do R7

Falemos uma vez mais a respeito do Estado brasileiro, aquele que dissimuladamente quebra as pernas do cidadão, mas depois aparece para lhe dar “de graça” um par de muletas. Deve ser alguma espécie de mágica porque, sejamos francos, a maioria das pessoas se encanta, paga caro para ver um espetáculo ruim e ainda aplaude no final...

Mas para mostrar que a tal magia estatal não passa de um truque de quinta categoria, recorremos à maior inimiga do Estado brasileiro: a matemática!

Imaginemos por um instante que tanto o trabalhador quanto o patrão fossem livres para investir como quisessem o valor que forçosamente pagam ao INSS, que pode chegar a 14% do que o funcionário ganha, mais a contribuição patronal de 20% sobre a folha de pagamento.

Considerando um trabalhador com um salário mensal de R$ 3 mil, a “contribuição” ao INSS seria de 12% (R$ 360), mais 20% pagos pela empresa (R$ 600), totalizando R$ 960 por mês. Essas “contribuições” ocorrem, em média, durante 45 anos.

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Valor forçosamente pago ao INSS poderia render muito mais e é só a matemática
Valor forçosamente pago ao INSS poderia render muito mais e é só a matemática Valor forçosamente pago ao INSS poderia render muito mais e é só a matemática

Se esses valores fossem depositados numa caderneta de poupança – cujo rendimento anda bem mequetrefe – ao final do período, o trabalhador teria mais de R$ 2,6 milhões. E se investisse em renda fixa a 10% ao ano (usando uma taxa inferior à da última década), ele teria mais de R$ 7 milhões.

Esse montante lhe renderia mais de R$ 58 mil por mês, enquanto o teto da aposentadoria no Brasil é de R$ 7.507,49. Mas calma porque as coisas são ainda piores!

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Em 2022, um levantamento feito pela coluna “O que é que eu faço, Sophia” junto ao INSS, apontou que dos mais de 36 milhões de benefícios pagos, apenas 778 pessoas recebiam o teto.

Apesar disso, o Estado insiste em dizer que “ajuda” o trabalhador e quem o explora é o patrão malvadão. A questão é que a matemática não mente, já os maus políticos...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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