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Precisamos ouvir Boulos sobre invasões, afinal é sempre bom ouvir um especialista

Guilherme Boulos (PSOL), deputado federal e coordenador dos movimentos que mais invadem no país fala sobre seu assunto preferido

Melhor Não Ler|Do R7

Guilherme Boulos, deputado federal pelo PSOL e coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto
Guilherme Boulos, deputado federal pelo PSOL e coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto Guilherme Boulos, deputado federal pelo PSOL e coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto

Entenda uma coisa, caro leitor, só pode fazer invasão, depredação, quebra-quebra ou atos terroristas quem entende muito bem do assunto, porque quem não está acostumado, vai ceder às pressões e acabar pagando o pato do que fez e do que não fez.

E, claro, ninguém mais apto a falar sobre esse tema do que Guilherme Boulos, o deputado federal eleito por São Paulo, filiado àquele partido que tem incoerência até no nome, afinal de contas “Socialismo e Liberdade” não coexistem: quando você tem o primeiro, automaticamente não tem a segunda (está aí a história que não me deixa mentir).

O dono de bolos e mais bolos de hipocrisia, que faz tipo de “pobrão” mas anda pra lá e pra cá de jatinho, é coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto. O MTST diz advogar “principalmente pelo direito à moradia, pela reforma urbana e pela diminuição da desigualdade social”. Só que seu líder ama uma desigualdade e não perde a oportunidade de ter o teto de um hotel 5 estrelas – daquele tipo onde pobre não passa nem na calçada – sobre sua própria cabecinha.

Ele também coordena a Frente Povo Sem Medo, que se posiciona “contra o conservadorismo” e pela “rearticulação da esquerda brasileira”. Mas, como é de praxe, a esquerda precisa dizer uma coisa e fazer outra, logo, o camarada à frente da Frente, está querendo botar medo no povo de quem ele é contra dizendo que vai “derrotar o golpismo nas ruas”.

Portanto, aprendam: qualquer movimento que não seja coordenado pela esquerda é antidemocrático e seus manifestantes serão taxados como terroristas, fascistas, nazistas e stalinistas. Opa, stalinista não, né Loola?

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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