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Cães conseguem afinar uivo para acompanhar músicas de Lady Gaga, diz estudo

Descoberta ilustra como pesquisas com pets podem ajudar a estudar a evolução da musicalidade

RPet|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo revela que cães antigos ajustam o tom de seus uivos ao ouvir músicas.
  • Cientistas testaram cães, como Samoieda e Shiba Inu, com músicas famosas e versões alteradas.
  • Os resultados mostram que cães podem regular a altura da voz independentemente de aprendizagem vocal.
  • Pesquisas com cães ajudam a compreender a evolução da musicalidade em mamíferos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cães mudam o tom e a amplitude do uivo de acordo com a música Pexels

Um estudo publicado na revista científica Current Biology revelou que algumas raças de cães antigos, ou seja, com semelhanças genéticas com lobos, regulam o tom de seus uivos de acordo com a música que estão ouvindo.

Para realizar a pesquisa, cientistas pediram para tutores com pets que têm o costume de uivar gravarem os animais ouvindo músicas famosas como Shallow, de Lady Gaga e Bradley Cooper, Believer, do Imagine Dragons e Grapevine, do DJ Tiësto.


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Em seguida, as pessoas deveriam trocar as músicas originais por versões criadas pelos pesquisadores, nas quais os semitons das canções foram alterados. O objetivo era observar se os cães mudavam o tom e a amplitude do uivo de acordo com a mudança de ritmo de uma música que já conheciam.

Medindo duração, frequência média e centroide espectral do uivo de cada animal, cientistas concluíram que quatro cães da raça Samoieda e dois da raça Shiba Inu atenderam aos critérios do estudo.


“Utilizando a tendência de alguns cães de uivar acompanhando a música, descobrimos que os samoiedos alteraram significativamente o tom vocal médio ao uivar com músicas que tiveram a frequência alterada para cima em comparação com músicas que tiveram a frequência alterada para baixo. Isso demonstra que a regulação simultânea do tom vocal pode evoluir independentemente da aprendizagem vocal complexa em mamíferos que vocalizam em grupo e pode ser anterior à evolução da aprendizagem vocal complexa em nossos ancestrais”, diz um trecho do estudo.

Segundo os autores, as descobertas mostram que o controle flexível da altura da voz pode evoluir independentemente da aprendizagem vocal e ilustram como pesquisas com cães podem ajudar a estudar a evolução da musicalidade.

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