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Cães foram domesticados há mais de 15 mil anos, revela estudo

DNA extraído de ossos antigos revelou que os pets existiam desde o período Paleolítico

RPet|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudos revelam que cães foram domesticados há cerca de 15.800 anos, no período Paleolítico.
  • Antes se acreditava que a domesticação dos cães ocorreu há apenas 12 mil anos.
  • Ainda não se sabe onde exatamente a domesticação dos cães começou e quais grupos humanos estiveram envolvidos.
  • Os cães podem ter desempenhado funções úteis, como ajudar na caça ou como companhia, além de serem animais de estimação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ainda não se sabe quando e onde as pessoas começaram a domesticar os cães Reprodução\Revista Nature\The Trustees of the Natural History Museum

Um DNA extraído de ossos antigos, encontrados em sítios arqueológicos no Reino Unido e na Turquia, revelou que os cães domésticos existem desde o período Paleolítico, antes do desenvolvimento da agricultura.

Até então, acreditava-se que os animais tinham sido domesticados há 12 mil anos. No entanto, dois estudos recentes publicados na revista Nature revelou que o cão mais antigo viveu há cerca de 15.800 anos.


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Apesar das descobertas, pesquisadores não conseguiram identificar quando e onde as pessoas começaram a domesticar os cachorros.

“Os cães ( Canis lupus familiaris ) foram domesticados a partir de lobos cinzentos ( Canis lupus ) no final da última Era Glacial e foram os primeiros animais a entrar em uma relação doméstica com os humanos. Onde no mundo isso aconteceu e qual ou quais grupos humanos estiveram envolvidos no processo de domesticação, permanece desconhecido”, diz um trecho do estudo.


Para os autores da pesquisa, o fato de os humanos cuidarem de um animal mostra que, provavelmente, os pets desempenhavam alguma função útil, como ajudar a caçar ou até fazer companhia no dia a dia.

Na Turquia, por exemplo, os animais consumiam uma dieta parecida com a dos indivíduos da época, segundo a análise dos ossos. “O que esses animais faziam por eles, ou se apenas os seguiam, isso nós realmente não sabemos”, disse Laurent Frantz, pesquisador da Universidade Ludwig Maximilian de Munique e um dos autores do estudo.


“Eles deviam ter alguma função além de serem animais de estimação. É incrível pensar que eles alimentavam esse carnívoro de grande porte simplesmente por bondade, porque o achavam fofo.”

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