Entenda por que não se deve brincar com um cão-guia
Eles são fofinhos, mas profissionais: necessários na inclusão de pessoas com deficiência, animais têm direitos garantidos por lei
RPet|Do R7

Dentre as profissões caninas, ser um cão-guia com certeza está entre as mais nobres e adoráveis, mas requer altas doses de profissionalismo. Responsáveis por agilizar a mobilidade e garantir a inclusão de pessoas com deficiência, os bichinhos têm direitos especiais garantidos por lei, e deveres também.
De acordo com a veterinária Thais Matos, que também é especilista na área de Segurança e Confiança da Dog Hero, embora os cães-guias sejam animais dóceis e sociáveis, não se pode brincar normalmente com eles, pois precisam estar 100% focados no trabalho.
"Vários desafios são enfrentados por quem possui deficiência visual, e o cão-guia acaba por transformar e salvar muitas vidas”, explica a veterinária no Dia Internacional do Cão-Guia. Os animais também podem atuar como cães de serviço - ajudando pessoas autistas e diabéticas - ou ouvintes capazes de reconhecer sons de telefone, campainhas e até de um bebê chorando.
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De acordo com o último Censo do IBGE (2010), 3,4% da população é portadora de necessidades visuais. Nesse cenário, os animais funionam como os olhos de seus tutores, e garantem que eles tenham maior mobilidade em ambientes públicos e podem entrar em qualquer lugar, segundo estabelece a Lei11.126 de 2005, que reconhece que o direito à pessoas com deficiência visual.
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Se você é do time que adotou um filhotinho de cachorro no início da quarentena, então deve ter notado o quanto o tempo voou. Eles chegam pequenos e indefesos, choram com medo de tudo. De repente, eles estão enormes e nem cabem mais naquela caminha. O site Bored Panda reuniu uma série de fotos no estilo "antes e depois" para mostrar o crescimento dos pets. E também para provar que a fofura não tem idade. Veja as imagens






























