Pelúcia como suporte emocional: brinquedos podem ajudar na socialização de macacos
Viral do macaco Punch e seu orangotango conquistou a internet; tática também é usada no zoológico de São Paulo
RPet|Do R7, com RECORD NEWS
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O macaco Punch rompeu as barreiras do zoológico em que vive no Japão e conquistou o mundo ao se tornar viral junto a seu orangotango de pelúcia. A solução encontrada por biólogos para suprir o abandono da mãe do filhote o transformou em celebridade, atraindo centenas de visitantes.
Mas não é só em terras japonesas que pelúcias são utilizadas para acolher animais. No zoológico de São Paulo, alguns macacos também já receberam presentinhos dos cuidadores. Assim como Punch, um filhote foi salvo pelos profissionais e ganhou um ursinho.

“Esse filhote foi encontrado sozinho, precisava de cuidados e aí a gente iniciou esse cuidado com pelúcia, mamadeirinha, todo o cuidado que precisa para um filhote”, conta o biólogo Lucas Luiz de Souza.
Não se sabe se o brasileiro passou pelo mesmo que Punch, mas Lucas explica o que normalmente provoca rejeição materna no mundo animal. “A mãe pode ser uma mãe de primeira viagem, pode ter percebido ali um filhote fraco, que não tem reflexo ainda para a sucção, então ele não vai amamentar e aí ela acaba rejeitando”, diz.
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Mas, ainda que não possam oferecer a proteção de uma mãe, as pelúcias podem ajudar os filhotes a se enturmar com o grupo e garantir certa sensação de segurança. Nesses casos, o biólogo ressalta que a introdução aos pares deve ser feita, mas de forma gradual, com cautela.
“O primata é um animal social. Ele ficar sozinho vai trazer alguma insegurança. Essa pelúcia vai substituir até que a gente consiga introduzir um a outro filhote, retorná-lo com a mãe ou voltar ele ao grupo”, explica.
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