Saiba quais são os tratamentos usados na medicina veterinária integrativa
Acupuntura, fitoterapia e aromaterapia fazem parte do tema

A medicina integrativa não pode ser definida por uma técnica específica, mas sim, por um olhar ampliado sobre o animal, considerando o corpo físico, o estado emocional e o ambiente onde ele vive, sempre como complemento à medicina veterinária convencional.
Com 20 anos de experiência, a médica veterinária e terapeuta, doutora Ana Flávia, CRMV-SP 22.629, afirma que os tratamentos englobam cuidados que escutam o corpo antes mesmo da doença se instalar.
Dependendo do caso, os resultados podem ser um pouco mais demorados, mas sempre consistentes, já que o foco não é apenas aliviar os sintomas, mas reorganizar o organismo como um todo.
Entre as técnicas utilizadas, podemos citar a acupuntura, fitoterapia, ozonioterapia, florais, cromoterapia, aromaterapia e óleos essenciais, laserterapia e fotobiomodulação, auxiliando no controle da dor, inflamação e cicatrização e fisioterapia e reabilitação veterinária, especialmente em quadros ortopédicos, neurológicos e pós-cirúrgicos.
Há casos ainda onde são indicados quiropraxia e osteopatia, voltadas para o equilíbrio musculoesquelético e melhora da mobilidade. Todos os tratamentos levam em consideração uma nutrição funcional e dietoterapia personalizada, com suplementação natural individualizada. Abordagens comportamentais integrativas, com ajustes de rotina, manejo emocional e ambiental também são aplicadas.
Vamos acompanhar os esclarecimentos da doutora Ana Flávia:
Por aqui, ninguém solta a pata de ninguém!
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