Ratinho é condenado por propaganda enganosa no Amazonas
Decisão judicial aponta envolvimento em caso de publicidade indevida
Vanity Brasil|Do R7

O apresentador Carlos Massa, amplamente conhecido como Ratinho, foi condenado pela Justiça do Amazonas por seu envolvimento em um caso de propaganda enganosa. A decisão, proferida pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), também condena o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) a um pagamento, após uma empresa financeira, da qual o apresentador era garoto-propaganda, ser alvo de investigação.
A condenação decorre de uma denúncia feita por um consumidor que alegou ter sido induzido ao erro por uma publicidade veiculada no programa de Ratinho. A propaganda em questão prometia abater as dívidas de financiamento em até 70%, gerando uma expectativa que, segundo o processo, não foi cumprida. O cliente acreditou na oferta e contratou os serviços divulgados.
Conforme o relato do consumidor, após pagar o valor de R$ 6 mil pelos serviços oferecidos, o resultado esperado não foi alcançado. Posteriormente, o denunciante descobriu que a empresa financeira em questão estava sob investigação por suspeitas de golpes. Diante dos fatos, a Justiça determinou que o SBT pague R$ 30 mil e estabeleceu uma indenização de R$ 21,6 mil a ser paga ao consumidor, com todos os envolvidos no caso, incluindo o apresentador, sendo responsáveis por essa reparação.
Este caso judicial se soma a outras controvérsias envolvendo a figura pública de Ratinho. Recentemente, em março, o apresentador ganhou destaque nas redes sociais e na mídia por comentários considerados transfóbicos, que foram direcionados à deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). A polêmica surgiu pouco após Erika Hilton assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, gerando ampla repercussão.
Após as declarações de Ratinho em seu programa de auditório, a parlamentar Erika Hilton manifestou publicamente seu repúdio à atitude do apresentador. Ela enfatizou que tomaria todas as medidas cabíveis em resposta às falas, indicando a possibilidade de desdobramentos legais ou disciplinares sobre o episódio.














