Tapinha de famoso em leão adormecido levanta suspeitas de maus-tratos; entenda
Comediante sul-coreano tocou o animal e deitou ao lado dele, o que fez com que se desconfiasse que o felino estivesse drogado
Bichos|Do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um artista da Coreia do Sul publicou em suas redes sociais a sua viagem a um parque de safári na Tanzânia, onde mostrou sua interação com um leão. Em um vídeo, ele aparece tentando tocar a barriga do animal adormecido em um galho de árvore, Em outra imagem, o sul-coreano é visto deitado ao lado do felino. Ele também publicou uma cena em que está andando ao lado do bicho. Agora, ativistas questionam se o animal não teria sido drogado.
As fotos do Ro Hong-chul, um famoso comediante da Coreia do Sul, foram publicadas no final de janeiro com legendas como “Ousei tocar a ponta do pelo de um leão adormecido. #EmDireçãoAoHoSang #EnvelhecendoComoPlanejado…”
As postagens mostravam cenas de animais selvagens como girafas, zebras e gnus circulando livremente ao redor de um alojamento isolado, além de Ro Hong-chul sentado ao lado de um leão branco e interagindo com ele. No entanto, as imagens dele tocando a barriga do leão e caminhando ao seu lado despertaram maior atenção, com alguns questionando se não eram produções feitas por inteligência artificial.
Um comentário de uma agência de viagens africana foi por outro lado e sugeriu um possível caso de maus-tratos. “Este leão parece normal para você? Mesmo que se tente romantizar o leão adormecido, este está claramente drogado. A razão pela qual o leão anda com os olhos sonolentos, permite ser tocado e não resiste mesmo quando sua barriga é atingida é porque ele recebeu injeções de drogas”, afirmou, marcando o comediante na publicação.
O texto inflamou a discussão, com internautas levantando diferentes questões. Alguns pediram cautela, sugerindo que poderia se tratar de um mal-entendido. Outros concordaram com a suspeita de maus-tratos. “Isso não é turismo de abuso animal?”, disse um internauta. “Dizem que os leões são sedados à força. Depois disso, morrem lentamente devido a danos nos órgãos”, afirmou outro.
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Com o debate crescendo nas redes sociais, Ro decidiu se pronunciar no último domingo (15). “Encontros éticos com a vida selvagem. Visitei o local após pesquisar palavras-chave como supervisão do governo tanzaniano, tratamento de saúde, recuperação e soltura em habitats naturais, mas também estou ouvindo outras perspectivas”, escreveu. “É claro que participarei”, acrescentou, em uma sugestão de que poderia assumir a responsabilidade das consequências, se for necessário.
Até o momento, o parque responsável pelo safári não se pronunciou sobre o caso.














