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Cuidados essenciais evitam danos capilares pelo uso da chapinha

Aparelho de calor exige atenção para proteger fios e manter saúde O uso da chapinha, ferramenta popular para o alisamento capilar,...

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Créditos: Foto/Divulgação Feed TV - Viva a vida

Aparelho de calor exige atenção para proteger fios e manter saúde

O uso da chapinha, ferramenta popular para o alisamento capilar, tornou-se parte da rotina de beleza de muitas pessoas que buscam um efeito liso e com menos frizz. Contudo, a combinação de alta temperatura, a ausência de produtos específicos e a pressa no dia a dia representam riscos significativos, podendo danificar a fibra capilar ao longo do tempo se cuidados básicos não forem rigorosamente seguidos.


A chapinha, também conhecida como prancha alisadora, é um aparelho que utiliza placas aquecidas, geralmente de cerâmica, titânio ou turmalina, para deslizar sobre as mechas e modificar temporariamente a forma do fio. O calor atua alterando as ligações internas da queratina, fazendo com que o cabelo “memorize” um formato mais liso e alinhado até a próxima lavagem. Em temperaturas excessivamente altas, pode ocorrer a desnaturação das proteínas, o que torna a queratina mais rígida e frágil, além de acelerar a perda de umidade interna dos fios.

Com o uso frequente e sem a devida proteção, o cabelo tende a ficar menos flexível, mais quebradiço e com uma aparência áspera, mesmo que pareça alinhado logo após o procedimento. A regulagem da temperatura é crucial para equilibrar o efeito liso desejado e a preservação da saúde capilar. Para cabelos finos ou fragilizados, recomenda-se entre 140 °C e 150 °C; fios normais geralmente toleram de 170 °C a 190 °C; e cabelos grossos ou muito volumosos podem exigir até 200 °C, sem ultrapassar esse limite com uso frequente.


O protetor térmico é indispensável, pois cria uma película protetora ao redor de cada fio, reduzindo a perda de umidade e a exposição direta ao calor. Embora não elimine totalmente o impacto térmico, ele suaviza os efeitos, auxilia na manutenção da maciez e do brilho, e facilita o deslizamento das placas. Para sua eficácia, o produto deve ser aplicado em cabelos limpos, levemente úmidos ou secos, antes de qualquer ferramenta de calor, e espalhado de forma homogênea para evitar sobrecarga. Além disso, dividir o cabelo em mechas finas favorece um alisamento mais uniforme, diminuindo a necessidade de repetição e evitando a concentração de calor em uma mesma área do fio, uma técnica demonstrada pela especialista Viane Flloriano para um acabamento de salão.

Um dos hábitos mais prejudiciais é usar a chapinha em cabelo molhado ou muito úmido. Nessas condições, o fio fica mais frágil, e o choque térmico pode causar fissuras internas. Com o tempo, isso resulta em quebra, pontas ásperas e um aspecto poroso, mesmo em cabelos que antes pareciam saudáveis. O excesso de água dentro do fio entra em ebulição rapidamente, formando microbolhas e provocando uma espécie de “fritura” do cabelo. Mesmo aparelhos que prometem funcionar em cabelos úmidos exigem que o excesso de água seja removido com toalha e, preferencialmente, com secador em temperatura moderada antes do alisamento, garantindo a integridade e a beleza dos fios a longo prazo.

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