Saiba por que relógios de luxo se tornaram sinônimos de poder
Itens são uma verdadeira obsessão entre celebridades, empresários e colecionadores
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Existe algo curioso no universo do luxo. Enquanto o mundo corre cada vez mais rápido, algumas pessoas escolhem carregar o tempo no pulso e pagar milhões por isso.
Relógios de alta relojoaria não são apenas instrumentos de precisão. São peças que carregam tradição centenária, engenharia minuciosa e um simbolismo silencioso que poucos objetos conseguem alcançar.
Talvez por isso tenham se tornado uma verdadeira obsessão entre celebridades, empresários e colecionadores.
Alguns modelos são tão raros que não estão disponíveis nem para quem tem dinheiro para comprá-los. É preciso relacionamento com a marca, histórico de compras e, muitas vezes, anos de espera.
Outros se tornaram lendários simplesmente por terem passado pelos pulsos de personalidades que ajudaram a eternizá-los.
Paul Newman

Paul Newman usava um Daytona da Rolex, que se transformou em uma verdadeira lenda entre colecionadores e acabou sendo leiloado por mais de US$ 17 milhões, tornando-se um dos Rolex mais caros da história.
Jay-Z

Entre as celebridades contemporâneas, o rapper e empresário Jay-Z é conhecido por sua impressionante coleção de relógios raros, incluindo modelos da tradicional Patek Philippe, considerada por muitos especialistas o ápice da relojoaria suíça.
Cristiano Ronaldo

No mundo do esporte, o craque português Cristiano Ronaldo também chama atenção com peças exuberantes.
Um dos modelos mais comentados que ele já usou foi criado pela relojoaria de luxo Jacob & Co., conhecida por relógios extremamente complexos e frequentemente avaliados em mais de um milhão de dólares.
Mas talvez o aspecto mais fascinante desse universo seja que o valor de um relógio raramente está apenas nos materiais preciosos. Está na raridade, na tradição e no status silencioso que ele representa.
Nos últimos anos, os relógios de luxo passaram a ocupar também um lugar curioso no universo dos investimentos. Alguns modelos raros chegam a valorizar mais do que ações ou obras de arte.
Peças extremamente disputadas podem dobrar ou até triplicar de valor poucos anos após o lançamento, principalmente quando deixam de ser produzidas.
Foi exatamente o que aconteceu com o famoso Nautilus da Patek Philippe. Depois que a marca anunciou o fim da produção de um de seus modelos mais icônicos, o valor no mercado de colecionadores disparou e passou a custar muitas vezes mais do que o preço original.
Esse movimento criou um novo perfil de comprador: não apenas o apaixonado por relojoaria, mas também o investidor atento, que vê nessas peças raras uma forma sofisticada de diversificar patrimônio.
No fim das contas, esses relógios carregam algo que o dinheiro por si só não compra facilmente: escassez, história e desejo.
O luxo também aparece no amor

Recentemente, o universo das celebridades ganhou mais um capítulo curioso envolvendo luxo e exclusividade. A número 1 do tênis feminino, Aryna Sabalenka, anunciou o noivado com o empresário brasileiro Georgios Frangulis.
As imagens do pedido rapidamente circularam pelo mundo — não apenas pelo romantismo da cena, mas também pelos detalhes de luxo que chamaram atenção.
O anel impressionante e os relógios usados pelo casal viraram assunto entre fãs e colecionadores.
Não é coincidência. Entre atletas de elite e grandes empresários, relógios de alta relojoaria, como os modelos icônicos da Audemars Piguet, tornaram-se quase um código silencioso de status, tradição e pertencimento a um círculo extremamente exclusivo.
No fim das contas, todos vivemos sob as mesmas 24 horas. Mas, no universo do luxo, alguns poucos decidiram transformar o tempo em algo ainda mais valioso. No pulso de celebridades, empresários e colecionadores, um relógio pode representar história, poder, paixão e até investimento.
E talvez seja exatamente por isso que essas pequenas máquinas continuam fascinando o mundo. Porque, para alguns, o tempo não é apenas algo que passa. É algo que se coleciona.
E então volto à pergunta que sempre move esta coluna: quando falamos de relógios milionários, estamos comprando tempo… ou pertencimento?
E afinal… Será que vale quanto custa?
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