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Decisão histórica: Justiça limita poder do governo na emissão de vistos

Decisão judicial redefine regras de visto nos EUA

Passaporte para o mundo|Carlos SilvaOpens in new window

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A juíza federal Sparkle Sooknanan determinou que o Departamento de Estado não pode negar vistos com base no mais recente travel ban assinado por Donald Trump Foto de Focal Foto/Flickr

Na tarde de 21 de agosto de 2025, a imprensa americana noticiou uma decisão de grande impacto para o sistema de vistos dos Estados Unidos. A juíza federal Sparkle Sooknanan determinou que o Departamento de Estado não pode negar vistos com base no mais recente travel ban assinado por Donald Trump em junho — medida que restringia a entrada de pessoas de 19 países sob a justificativa de risco à segurança nacional.

A liminar emergencial impede que futuros requerimentos de visto — especialmente os de beneficiários do programa Diversity Visa — sejam suspensos ou negados unicamente por conta da proibição de entrada. A magistrada ressaltou que a lei invocada (8 U.S.C. § 1182(f)) permite ao presidente restringir a entrada de estrangeiros, mas não a emissão de vistos. Ou seja, negar vistos com base nesse decreto seria, segundo a juíza, uma interpretação equivocada do texto legal.


É importante destacar, contudo, que a decisão não garante a entrada nos EUA. Autoridades de imigração continuam legalmente autorizadas a recusar embarque ou barrar a entrada de estrangeiros, mesmo que tenham obtido um visto válido.

A ação foi movida em nome de 82 candidatos ao Diversity Visa, cujos pedidos estavam suspensos pelo ban. A liminar obriga o Departamento de Estado a processar esses vistos até 30 de setembro de 2025, mas não beneficia aqueles que já tiveram o visto negado — por conta da regra da consular non-reviewability, que impede que a Justiça revise decisões consulares definitivas.


Impacto para os brasileiros

Embora o texto da decisão se aplique diretamente ao Diversity Visa, os efeitos são relevantes para qualquer solicitante de visto — incluindo brasileiros que buscam categorias como turismo, estudo ou trabalho. Entre os principais pontos:


  • Fim da negativa automática: o governo não pode mais negar vistos apenas com base no decreto, o que traz uma camada extra de proteção jurídica.
  • Entrada ainda sujeita a controle: mesmo com o visto aprovado, a imigração americana pode recusar a entrada no país.
  • Maior importância do preparo: agora, mais do que nunca, é essencial apresentar documentação completa e comprovar vínculos sólidos com o Brasil.
  • Possível precedente legal: a decisão pode abrir caminho para reduzir negações arbitrárias no futuro.

O que essa decisão representa

A medida é vista como um alívio parcial para milhares de estrangeiros, inclusive brasileiros, que buscam visto americano. A emissão do documento volta a ser tratada como uma etapa protegida por lei, ainda que o acesso final ao país permaneça sob fiscalização das autoridades migratórias.


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