Investigação da morte do cão Orelha avança após pressão popular em Santa Catarina
O caso do cão comunitário Orelha, que mobilizou diversas cidades do país, entrou em uma fase decisiva. A Polícia Civil de Santa Catarina...
Vanity Brasil|Do R7

O caso do cão comunitário Orelha, que mobilizou diversas cidades do país, entrou em uma fase decisiva. A Polícia Civil de Santa Catarina informou que as investigações avançaram significativamente, trabalhando agora com a identificação de um adolescente como principal suspeito pela agressão que resultou na morte do animal em Florianópolis.
Orelha era um cão conhecido e cuidado por moradores da região, tornando-se um símbolo de convivência comunitária e, após sua morte, um ícone da luta contra os maus-tratos aos animais no Brasil.
O progresso na investigação ocorreu após dias de intensa mobilização popular. Protestos foram realizados em várias cidades, exigindo justiça para Orelha e a federalização do caso. Somente após a pressão social, manifestações de rua e ampla repercussão nacional, as apurações obtiveram avanço concreto, levantando questionamentos sobre a urgência do tratamento de crimes como este.
A demora no avanço das investigações, que ganhou objetividade após a voz das ruas, expõe não apenas a brutalidade contra um animal indefeso, mas também uma percepção de fragilidade no combate aos crimes de maus-tratos no Brasil. A sociedade exige transparência, a conclusão definitiva do inquérito e a responsabilização exemplar dos envolvidos, conforme determina a lei.
A comoção pelo Caso Orelha reflete a indignação por milhares de outros animais que sofrem diariamente. A população foi às ruas buscando justiça e um desfecho claro, responsável e verdadeiro, que torne o caso de Orelha um marco na luta contra a impunidade e pelos direitos dos animais.















