Laudo revela o que mãe e padrasto fizeram a menina Maria Clara
Laudo revelou o que a mãe e o padrasto fizeram com a menina Maria Clara.
Bebê Mamãe|Do R7

O laudo necroscópico revelou o que a mãe e o padrasto fizeram com a menina Maria Clara Aguirre Lisboa. A criança tinha somente cinco anos e foi achada sem vida no dia 14 de outubro do ano passado em Itapetininga, interior de São Paulo.
A mãe Luiza Aguirre Barbosa da Silva e o padrasto Rodrigo Ribeiro Machado tiraram a vida da menina Maria Clara Aguirre Lisboa. O corpo de Maria Clara foi achado enterrado em uma cova rasa e concretado no fundo no quintal da casa do padrasto.
A mãe e o padrasto confessaram para a polícia que tiraram a vida da menina Maria Clara porque a criança estaria atrapalhando o relacionamento deles. O casal também admitiu que descontava suas frustrações agredindo a pequena.
Segundo o delegado Franco Augusto, responsável pelo caso, o padrasto e a mãe demoraram dois dias após o homicídio para enterrarem o corpo, e o local foi concretado em uma tentativa de ocultar o crime.
Mãe e padrasto enterraram a menina Maria Clara ainda com vida
O laudo necroscópico da menina Maria Clara Aguirre Lisboa revelou que a mãe e o padrasto tiraram a vida dela por asfixia mecânica por soterramento. O laudo apontou que havia parte do solo na traqueia da menina. Isto sugere que ela ainda estava respirando quando foi enterrada.
O exame ainda apontou que a menina sofreu traumatismo craniano, que é compatível com agressões anteriores à ocultação do corpo. A perícia também apontou que apesar de ter sido achada no dia 14 de outubro, Maria Clara havia sido enterrada cerca de 20 dias antes. A investigação ainda relatou que o casal ocultou o corpo dois dias depois o crime.
A procura pela menina Maria Clara começou depois que a avó paterna Vanderleia Monteiro do Amaral, de 50 anos, denunciou o desaparecimento da neta. No começo os investigadores não achavam que a menina havia sido assassinada.
O pai da menina Maria Clara expos as mensagens chocantes que o padrasto lhe mandou. Usando o celular da mãe da menina, o padrasto enviou mensagens ao pai dizendo que a criança estava morta.
Falando com grande frieza, o padrasto afirmou o seguinte na mensagem: “Mano, você é surdo também cara? Não me irrite não parça. Já falei, parça. Não vou nem mais responder você, mano. Já falei, sua filha tá morta, não existe mais, pare de ficar enchendo, entendeu? Para de mandar mensagem, falou?”.
O padrasto continuou a mensagem dizendo: “Eu não vou perder mais meu tempo, falou? Porque é o seguinte…você não tem mais nenhum vínculo com a Luiza certo? Não tem filho, não tem mais nada, certo? Ele já tá morto. Então, eu preciso nem gastar saliva com você, nem responder você. Nem a família sua, falou?!”.
O padrasto teria ficado irritado com o pai e pediu para que a mãe de Maria Clara confirmasse que ela estava morta. “Fale a verdade para o cara (pai da Maria Clara). Tô falando para você já, pare. O, que a menina morreu já”, disse o padrasto.


















