Menina de 11 anos dá à luz em casa e sua irmã choca ao falar
A irmã caçula da menina de 11 anos que deu à luz em casa falou e impressionou com revelações.
Bebê Mamãe|Do R7

Depois de uma menina de somente 11 anos ter dado à luz sozinha em sua casa sem qualquer auxílio médico, a irmã caçula dela falou e impressionou com o que revelou sobre a família. A irmã caçula fez questão de contar como a avó materna lidou com a gravidez da garota.
O nascimento ocorreu em agosto do ano passado em Muskogee, Oklahoma, Estados Unidos. A família só chamou os socorristas após o nascimento do bebê quando a menina já apresentava um quadro de saúde delicado, com hemorragia. A garota e o bebê foram internados e, felizmente, ambos se recuperaram.
Inicialmente, a mãe da menina, Cherie Walker, o padrasto, Dustin Joel Walker, e a avó materna, Michelle Justus, alegaram tanto para os médicos quanto para a polícia que não sabiam da gestação. Mesmo com a garota dando à luz a termo, ou seja, com nove meses completos.
A versão dos familiares não convenceu os investigadores. Foi realizado um teste de DNA entre o bebê e o padrasto. O teste confirmou que o padrasto é o pai do bebê. Ou seja, o padrasto de 35 anos cometeu abusos contra a enteada de 11 anos.
A mãe, o padrasto e a avó materna foram detidos. A menina de 11 anos, os seus outros cinco irmãos mais novos, e o bebê estão sob os cuidados do conselho tutelar local. Uma das irmãs da menina de 11 anos impressionou ao revelar detalhes sobre o caso.
Para o 2 Oklahoma News, um dos conselheiros tutelares que está cuidando do caso, revelou que a irmã da criança de 11 anos que deu à luz lhe contou que toda a família sabia da gestação. A irmã ainda mostrou desenhos que fez da garota grávida. A irmã também disse que ao ver seus desenhos, sua avó Michelle Justus teria dito a ela e aos irmãos para não falarem para ninguém sobre a gravidez!
Situação que a menina e os irmãos enfrentavam é revelada
Há uma semana, o padrasto da menina de 11 anos foi julgado pelos abusos que cometeu contra ela. Durante o julgamento, a pediatra que atendeu a garota e seus irmãos foi ouvido. A pediatra Dra. Tracy Hoos descreveu que as seis crianças que estavam na casa eram vítimas de grave negligência física. A pediatra afirmou que as crianças apresentavam piolhos, cáries e estavam até mesmo abaixo do peso!
Já a Promotora Distrital, Janet Hutson, relatou que quando a casa foi vistoriada constataram a ausência de água encanada, urina e fezes por todos os lados. Ela também destacou que este é um dos piores, se não o pior, caso que já processou.
O padrasto já havia admitido, meses após o resultado do teste de DNA ter apontado que ele era o pai do bebê, que cometeu os abusos contra a enteada. Ele também afirmou que o crime começou quando a menina tinha 10 anos de idade.
A Promotora Distrital, Janet Hutson, disse: “É muito comovente constatar que uma criança de 10 ou 11 anos mantinha relações com o padrasto, engravidou, não foi levada ao médico e acabou dando à luz em casa. Quando se soma a isso as condições deploráveis e insalubres daquela residência, saber que foi ali que ela deu à luz, onde aquelas crianças viviam, sem sequer ter como beber água no meio da noite… Isso mexeu com todos os agentes da lei. Atingiu os investigadores, atingiu todos que trabalharam no caso. Certamente mexeu comigo.”
Decisão sobre o padrasto da menina de 11 anos vem à tona
O julgamento do padrasto Dustin Joel Walker já foi concluído. O juiz distrital do Condado de Muskogee, Timothy King, determinou que o padrasto cumpra 42 anos de prisão referentes a seis acusações de negligência infantil. Depois deste período, o padrasto vai de iniciar a pena de prisão perpétua por uma acusação de abuso de uma menor de 12 anos.
Durante a audiência de sentença, o advogado de defesa, Ben Hilfiger, focou tentar deixar claro que o padrasto estaria arrependido do que fez. O padrasto se apresentou nos tribunais em duas ocasiões para pedir desculpas por suas ações e para todas as pessoas que causou sofrimento com seus atos.
“Ele pediu desculpas e assumiu a responsabilidade diversas vezes. Acredito que ninguém esteja preparado para receber uma sentença dessa duração, por mais vezes que isso lhe seja dito. No entanto, o Sr. Walker sabia exatamente quais eram as possibilidades e tinha consciência de que enfrentava a perspectiva de até oito penas de prisão perpétua a serem cumpridas consecutivamente”, disse o advogado.
A mãe e a avó materna da menina continuam detidas. Mas elas ainda não foram jugadas. A mãe Cherie Walker é acusada de facilitar o abuso. E foi estipulada uma fiança de 100 mil dólares para ela. A avó materna Michelle Justus também foi indiciada por seis acusações de negligência infantil e sua fiança foi estipulada em 75 mil dólares.


















