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Reviravolta no caso do cão Orelha vem à tona após 3 meses

Duas novas revelações no caso do cão Orelha vieram à tona.

Bebê Mamãe

Bebê Mamãe|Do R7

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Reviravolta no caso do Cão Orelha surgiu Reprodução: Redes Sociais

Reviravoltas envolvendo o caso do cão Orelha surgiram três meses depois do ocorrido e impressionaram. Orelha era um cão comunitário que vivia na região da Praia Brava em Florianópolis. O cachorro foi encontrado bastante machucado por uma moradora da região e chegou a ser levado ao veterinário. O cachorro, porém, não resistiu e partiu no dia 5 de janeiro.

O caso gerou grande repercussão nacional após ter ganhado força a versão de que adolescentes ricos que viviam na região teriam agredido o cão Orelha deixando-o quase morrendo. Além disso, a notícia de que alguns destes adolescentes teriam viajado para os Estados Unidos pouco depois do que fizeram aumentou ainda mais a indignação.


Ao final, foi indiciado apenas um adolescente como o responsável por ter agredido o cão Orelha. A polícia civil também indiciou três adultos por suposta coação a um porteiro que foi ouvido como testemunha.

Agora, foi revelado que Tony Marcos de Souza, 52 anos, um dos adultos indiciados por coação, faleceu. Ele sofreu um infarto na madrugada desta segunda-feira (13). Esta informação foi confirmada pela família por meio do advogado Rodrigo Duarte da Silva.


Tony era empresário e tio de um dos adolescentes que foram ligados neste caso. Tony e os outros dois adultos foram indiciados por coação a um porteiro de um condomínio que teria imagens que poderiam colaborar com as investigações.

Os desdobramentos no caso do cão Orelha


Tony estava em liberdade assim como os outros dois adultos e o adolescente, pois o Ministério Público de Santa Catarina está analisando justamente se vai acatar ou não estes pedidos que foram feitos pela polícia Civil.

No dia 9 de abril, inclusive, o Ministério Público de Santa Catarina solicitou novas diligências à polícia Civil, mesmo depois da conclusão do inquérito. O Ministério Público apontou lacunas e inconsistências na investigação já realizada pela polícia.

Este pedido indica que o Ministério Público ainda não tem uma posição definitiva sobre o caso do cão Orelha. O caso ainda está sendo investigado porque, segundo o Ministério Público, os elementos atuais ainda não são considerados suficientes para concluir seguramente as responsabilidades. A investigação então segue aberta e a decisão do MP vai depender dos novos materiais que a polícia Civil vai oferecer.

Um dos adultos que foi envolvido no caso do cão Orelha Reprodução: Redes Sociais
Adolescente que foi envolvido no caso do cão Orelha Reprodução: polícia Civil
Caso do cão Orelha segue sem respostas Reprodução: Redes Sociais

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