Acadêmicos da Santa Cruz desvenda os mistérios do Ceará na Sapucaí
Verde e branco exalta a história e as paisagens paradisíacas do Estado nordestino
Carnaval 2013|Do R7, no Rio

A Acadêmicos de Santa Cruz entra na avenida para desvendar os mistérios do Ceará. Com enredo O Dragão do mar e a lenda do Ceará, os carnavalescos Sylvio Cunha e Munir Nicolau exaltam a história e as paisagens paradisíacas do Estado nordestino nos quatro carros e nas 25 alas.
O último carro da escola emperrou minutos antes de entrar na avenida. Os componentes tiveram que "frear" os passos para evitar buracos entre as alas. A estratégia, no entanto, pode significar a perda de preciosos pontos.
De volta ao Carnaval do Rio depois de três anos, Paulinho Mocidade é intérprete da verde e branco. O sambista assumiu o microfone oficial no lugar de David do Pandeiro. Além de lhe render o sobrenome, a passagem de Paulinho pela Mocidade Independente de Padre Miguel consagrou o intérprete que incendiou a Marquês de Sapucaí com sambas como Sonhar não Custa Nada, ou Quase Nada, de 1992.
A Porto da Pedra, que foi rebaixada para série A no ano passado, cantou a evolução dos calçados na Sapucaí. O terceiro carro alegórico travou ainda na concentração, o que atrapalhou a harmonia e a evolução da vermelho de São Gonçalo.
A Unidos do Jacarezinho abriu a noite de desfiles com uma homenagem ao mestre Jamelão, um dos baluartes da Mangueira. A escola atrasou dez minutos e apresentou alegorias e fantasias com problemas de acabamento.
A modelo Gracyanne Barbosa, que rainha da bateria da Mangueira, defendeu a verde e rosa do segunda divisão do samba no posto de madrinha da agremiação.















