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‘A Conspiração Condor’ vai provocar a curiosidade das pessoas, diz diretor

Em entrevista exclusiva, André Sturm fala da produção do suspense político e defende PL do streaming para fortalecer audiovisual brasileiro

Cinema|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O filme 'A Conspiração Condor' investiga mortes suspeitas de Juscelino Kubitschek e João Goulart nos anos 1970.
  • Dirigido por André Sturm, o longa promete reviravoltas instigantes que despertam a curiosidade do público.
  • O diretor destaca a importância do PL do streaming para o fortalecimento do audiovisual brasileiro e a obrigatoriedade de investimentos nas produções locais.
  • O filme foi lançado nos cinemas brasileiros e teve uma recepção positiva, com sessões emocionantes em Iguapé, onde foi rodado.

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No Brasil dos anos 1970, a jornalista Silvana (Mel Lisboa) investiga os bastidores das mortes de Juscelino Kubitschek e João Goulart, ocorridas no mesmo ano sob circunstâncias suspeitas. O diretor André Sturm segura os spoilers de A Conspiração Condor, mas diz que as reviravoltas do longa rendem assunto para, pelo menos, um almoço ou jantar. “Tem muitas coisas que vão provocar a curiosidade das pessoas”, antecipa em entrevista ao Link News.

Uma mistura de fatos históricos com um roteiro original foi balanceada com cuidado para resultar em um material instigante para o espectador. “A parte ficcional, a gente tentou fazê-la de uma maneira que ela seja o mais próximo possível do que poderia ter acontecido”, afirma Sturm.


Disponível nos cinemas de todo o Brasil a partir desta quinta-feira (9), o filme foi exibido pela primeira vez há duas semanas, no município paulista de Iguapé. A escolha do local não se deu aleatoriamente — foi na cidade do litoral sul de São Paulo que o filme foi rodado em 2024.

“Eu fiz questão de levar um projetor telão para fazer uma sessão na frente da catedral, na praça da cidade”, conta o diretor. “Fizemos isso no sábado retrasado, e foi emocionante. Claro que eu esperava que muita gente fosse, né? O filme foi feito lá, mas tinham duas mil pessoas. Teve gente que assistiu ao filme inteiro de pé. As pessoas não saíram, vibraram. Então foi um excelente teste.”


As construções antigas serviram como o cenário perfeito para a história, e a recepção dos moradores tornou a produção, que custou cerca de R$ 7 milhões, muito mais fácil. “7 milhões é muito dinheiro, evidentemente. Mas para os padrões de um filme de época, com muitas cenas como o nosso, eu acho que a gente conseguiu imprimir mais do que ele custou”, diz.

Diante do bom momento que vive o audiovisual brasileiro, Sturm celebra a presença do público nas salas de cinema. “Você não vai no cinema só para ver um filme, você vai no cinema para se divertir. Você vai encontrar pessoas, você vai compartilhar experiência.” Tanto que, em 2025, ele destaca, o número total de ingressos vendidos no Brasil foi praticamente igual ao de 2019, anteriormente à pandemia.


Nesse sentido, ele fornece seu ponto de vista sobre o PL do streaming, texto que dividiu a classe artística e se encontra em análise no Senado. “Nós precisamos aprovar essa lei. A lei não será a que a gente queria, não será ótima, mas será uma lei que vai mudar a história do audiovisual brasileiro”, defende. Ele destaca a obrigação para que as plataformas de streaming invistam no audiovisual brasileiro.

“Isso vai gerar um mercado que eu estimo de R$ 1 bilhão por ano e vai gerar a garantia da exibição, porque não é só você ter o recurso para produzir e depois não conseguir exibir. E vai garantir que os produtores brasileiros sejam donos dos direitos patrimoniais, que é fundamental.”

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