Representantes de Michael Jackson contestam documentário polêmico
Em nota, responsáveis pelo espólio do cantor acusam "Leaving Neverland" de ser baseado em acusações mentirosas de abusos sexuais
Cinema|Deborah Bresser, do R7

O documentário "Leaving Neverland", que se baseia em acusações de que Michael Jackson teria cometido abuso sexual contra dois meninos, causou revolta nos gestores do espólio do cantor ao estrear, na sexta-feira (25), no Festival de Sundance.
Fãs também ficaram revoltados com o filme e defenderam o artista das acusações.
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O filme, dirigido por Dan Reed, relata relacionamentos que Michael teria tido com dois garotos, de 7 e 10 anos, que fizeram um acordo com o astro. O filme traz depoimentos de Wade Robson, James Safechuck suas famílias.
Em nota divulgada pela revista Rolling Stone, os responsáveis pelo espólio do artista, acusam os rapazes de serem mentirosos, uma vez que garantiram, em audiência e sob juramento, que nunca houve abuso. Também ressaltam que Michael já havia sido julgado em vida e que, com o filme, volta a ser julgado em morte.
"Leaving Neverland não é um documentário, é o espécie de tabloide para assassinar reputações, como tantos que Michael Jackson sofreu na vida, e agora na morte. O filme leva alegações não confirmadas que supostamente aconteceram há 20 anos e as trata como fatos. Essas alegações foram a base de processos movidos por esses dois mentirosos assumidos, que foram finalmente julgados por um juiz. Os dois acusadores testemunharam sob juramento que esses eventos nunca ocorreram. Eles não forneceram provas independentes e absolutamente nenhuma prova em apoio às suas acusações, o que significa que o filme inteiro depende apenas da palavra de dois mentirosos."














