Eric Dane estava perdendo capacidade de falar antes de morrer, revela ator
Patrick Dempsey disse ter conversado com o colega pela última vez há cerca de uma semana
Famosos e TV|Do R7
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O ator Patrick Dempsey, que contracenou com Eric Dane na série Grey’s Anatomy, revelou que o colega estava perdendo a capacidade de falar pouco antes de sua morte aos 53 anos em decorrência de um quadro de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). A declaração foi dada durante entrevista ao programa de rádio The Chris Evans Breakfast Show.
“Trocávamos mensagens, então falei com ele há cerca de uma semana e alguns amigos nossos foram visitá-lo”, afirmou Dempsey. “Ele estava começando a perder a capacidade de falar. Ele estava acamado e tinha muita dificuldade para engolir, então a qualidade de vida dele estava se deteriorando rapidamente.”
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Dempsey afirmou que é difícil expressar em palavras o sentimento pela morte do colega. “Sinto muita tristeza pelos filhos dele”, disse.
Ao comentar sobre período em que atuaram juntos, Dempsey recordou momentos positivos. “Era uma alegria trabalhar com ele [Eric Dane] e eu quero me lembrar dele nesse espírito, porque sempre que ele estava no set, ele trazia muita diversão”, contou.
“Ele tinha um ótimo senso de humor e era fácil trabalhar com ele. Nos demos bem instantaneamente [...] A verdadeira perda é para nós que não o temos mais.”
Conhecido mundialmente por papéis de destaque na televisão, Dane construiu uma carreira marcada por personagens carismáticos e controversos, transitando entre diferentes gêneros, produções adolescentes e blockbusters de Hollywood.
O reconhecimento internacional veio ao interpretar o Dr. Mark Sloan em Grey’s Anatomy. Inicialmente escalado para uma participação especial na segunda temporada, o personagem conquistou rapidamente o público e foi incorporado ao elenco fixo a partir do terceiro ano.
Apelidado de “McSteamy”, o cirurgião plástico se tornou um dos rostos mais populares da série, permanecendo por cerca de sete temporadas e consolidando o nome de Eric Dane na televisão mundial.
Morte por ELA
O diagnóstico de ELA foi revelado publicamente por Eric Dane em abril de 2025. Caracterizada por ser uma doença degenerativa e progressiva que atinge o sistema nervoso, ela resulta em uma paralisia motora irreversível. Os pacientes têm a capacidade de falar comprometida, assim como a de se movimentar, engolir e respirar.
O diagnóstico é feito por meio de análise clínica e exame físico. Para confirmar a condição, são utilizados recursos como exames de sangue, testes respiratórios, tomografia ou ressonância magnética, eletromiografia, testes genéticos e punção lombar.
Atualmente, não existe cura para a doença. O tratamento visa melhorar a qualidade de vida do paciente e é feito com o uso de medicamentos, fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, entre outras abordagens terapêuticas.
Em geral, o óbito ocorre entre três e cinco anos após o diagnóstico, embora cerca de 25% dos pacientes consigam sobreviver por mais de cinco anos, conforme dados do Ministério da Saúde.
Um dos portadores mais conhecidos da ELA foi o físico britânico Stephen Hawking, que conviveu com a doença por 55 anos antes de falecer em 2018.
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