Logo R7.com
RecordPlus
R7 Entretenimento – Música, famosos, TV, cinema, séries e mais

Estrela da MTV conta como superou a síndrome do pânico: "Está na minha cabeça"

Maria Eugênia Suconic deu entrevista à revista TPM 

Famosos e TV|Do R7

  • Google News
Maria Eugênia nas páginas vermelhas da TPM
Maria Eugênia nas páginas vermelhas da TPM

Aos 28 anos, Maria Eugênia Suconic — ou Mareu, como é carinhosamente chamada — debuta no mundo da fama em horário nobre da TV.

Produtora de moda, DJ e hostess, Mareu é figura conhecida da noite paulistana. Na MTV, ela invade casas de família com sua dezena de malas no reality show Adotada. Por uma semana, ela vivencia a rotina de uma família desconhecida. Em entrevista à revista TPM de junho, Mareu contou sobre seus conflitos, como a vez em que teve que conviver com um pai homofóbico.


— Ele é homofóbico e eu quero pisar nele, mas não posso. Eu tenho que entender, que perguntar por que ele tem aquela visão. Mas tem algumas coisas inexplicáveis, sabe? É amor, são pessoas e que se dane o resto.

Ao final de cada experiência, ela deixa uma carta à família relatando sua semana e dando conselhos.


— Vou direto ao ponto porque não quero perder meu dia lindo no Rio de Janeiro falando de você. Te defino com duas palavras: bipolaridade e preconceito. (...) Mas relaxa que tem cura. Aqui vai o telefone de um excelente psiquiatra...— escreveu Maria Eugênia a uma mãe ao final de um episódio.

A personalidade forte e os acessos de sincericídio da apresentadora é que dão o tom ao programa e gera a admiração dos fãs, características que ela faz questão de ressaltar nas maquiagens e figurinos de cores vivas.


Sídrome do Pânico

Na TPM, Maria Eugênia contou como o reality idealizado por ela a ajudou a superar os oito anos de sídrome do pânico. 


— Adotada foi minha vitória. Eu não conseguia fazer nada que não fosse muito bem planejado, precisava saber qual era o restaurante que íamos, o que eu ia comer, que horas ia voltar. Então ir pra casa de pessoas que não conheço e fazer coisas que nunca imaginei é minha cura do pânico.

Apesar de também fazer terapia, Maria Eugênia sabe de onde vêm seus fantasmas.

— Descobri que o pânico está na minha cabeça, sou eu que faço isso comigo. 

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.