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Incomodada com som de baile, Carla Vilhena chama funk de 'podridão'

Jornalista, que mora perto de um local onde são realizadas festas do tipo, disse que funk aliena, enquanto o rap conscientiza 

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Jornalista defendeu o rap e atacou o funk em posts
Jornalista defendeu o rap e atacou o funk em posts

Carla Vilhena se incomodou com o volume alto de um baile funk que ocorre próximo à sua casa.

No Twitter, a jornalista publicou que o som era tão incômdo que até impedia os moradores de dormir. Em tom de revolta, ela chamou o gênero musical de 'podridão' e 'nojeira'.


"Inferno nos ouvidos, baile funk a todo volume. E quem tem que acordar cedo? Bem, pra que se preocupar com os trabalhadores, o bom mesmo é a tal ‘manifestação cultural’, que é como essa porcaria é chamada pelos pseudointelectuais", disparou.

Em seguida, ela analisou o impacto do estilo na sociedade e acusou o tráfico de drogas de ser o promotor do gênero, que na visão dela é alienante. 

"O funk pornô está a serviço do tráfico de drogas. E dominou as comunidades pois traz a conveniente alienação dos jovens, contrariamente ao rap, que fazia pensar. O funk de podridão estimula um comportamento tão baixo dos jovens, que muitos só conseguem fazer aquilo sob efeito de drogas. Rap conscientiza, funk aliena. Por isso o tráfico baniu o rap“, completou

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