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Ana Cañas tem foto de topless excluída do Instagram: 'Hipocrisia'

O clique mostrava o seio de Ana Cañas sem roupa, algo que infringe as regras da rede social de Mark Zuckerberg

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Ana Cañas contesta decisão de Instagram em veto de foto
Ana Cañas contesta decisão de Instagram em veto de foto

Ana Canãs reclamou de ter tido uma foto de topless excluída do Instagram na noite de quarta-feira (4).

A cantora fez o clique deixando um dos seios de fora em seu perfil na rede social e, em seguida, a publicação teve a exibição vetada.


Ao descobrir o que havia ocorrido, Ana voltou a publicar a imagem, mas com o mamilo coberto.

Na legenda, ela criticou a rede social sobre a decisão, embora faça parte da política de publicações não permitir nudez. A artista, no entanto, contestou o veto e disse que homens não sofrem censura ao posar sem camisa. 


“Denunciaram e o Instagram deletou. A censura dos mamilos femininos é hipocrisia e ferramenta feroz de manutenção dos privilégio patriarcais. Estamos cansadas do controle, da objetificação e da sexualização dos nossos corpos", iniciou ela.

"Eu recebo fotos dos falos masculinos toda semana no meu inbox. O movimento #freethenipple é uma campanha de equidade de gênero que reúne mulheres feministas ao redor de todo o mundo para que essa censura acabe. Às mulheres e aos homens deveriam ser concedidas a mesma liberdade e proteção, nos termos da lei. A exposição das auréolas femininas e o topless são considerados um ato de exposição indecente (crime), sendo que esse privilégio é concedido aos homens", avaliou.

"Direitos de proteção? A objetificação do corpo feminino é o grande alicerce patriarcal que promove, entre outros, a cultura do estupro. Até quando veremos esse controle que estimula a sexualização? Precisamos debater esse tema urgentemente e o silêncio dos donos das empresas de comunicação na rede, como Google, Instagram e Facebook (eles permanecem calados). Cerceiam nossa liberdade mesmo com protestos diários ao redor do mundo. Exigimos igualdade e seguiremos lutando e denunciando. Nossos corpos, nossas regras".

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