Felipe Dylon relembra início de carreira: "Moleque cheio de sonhos"
Cantor, de 30 anos, está lançando músicas inéditas e regravações
Música|Daniel Vaughan, do R7

Felipe Dylon chega aos 14 anos de carreira registrando canções inéditas e regravando Lados B. O cantor está disponibilizando, aos poucos, singles na internet.
A estreia desse projeto foi Vai Ver o Sol Nascer (ouça abaixo), do CD Em Outra Direção (2012), que ganhou arranjos mais refinados. Dylon deu mais detalhes sobre o repertório para o R7.
— Pretendo revisitar outras faixas desse disco, pois o álbum tem belas composições. É bacana entrar no estúdio e mexer em alguns detalhes de arranjo e voz, mas mantendo as características anteriores. Ficou incrível!
"Conquistei muita coisa em todos esses anos%2C mas a batalha não acabou"
Apesar de fazer algumas regravações, Dylon descartou rever seu maior hit, Musa do Verão.
— Estamos focados em buscar músicas menos conhecidas. Agora, claro, Musa do Verão não pode faltar nos shows.
Aproveitando o assunto do primeiro sucesso, Dylon se emociona ao relembrar quando ele entrou em estúdio aos 15 anos.
— Eu era um moleque cheio de sonhos e determinado quando pintou o contrato com a gravadora EMI. A parti dali, tive uma grande evolução artística fazendo turnês e estudando música para aprimorar a técnica. Eu não podia imaginar tudo que viria pela frente. Na época, eu ganhei dois discos de ouro com os primeiros CDs (Felipe Dylon, de 2003, e Amor de Verão, de 2004). Realmente, conquistei muita coisa boa em todos esses anos de carreira, mas a batalha não acabou. É preciso estar sempre se reinventando.
















