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Milton Nascimento no show Clube da Esquina ganha data extra em SP

Após o sucesso de vendas, compositor divulgou mais um espetáculo no dia 28 de abril. As vendas começam nesta segunda-feira (14), a partir do meio-dia

Música|Daniel Vaughan, do R7

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Milton Nascimento vai celebrar as músicas do Clube da Esquina
Milton Nascimento vai celebrar as músicas do Clube da Esquina

Milton Nascimento pegou os fãs de surpresa quando disse que iria tocar o repertório de Clube da Esquina. O movimento musical, que é um dos mais emblemáticos da história da MPB, será celebrado pelo cantor em uma bela turnê pelo País.

Anunciado em São Paulo, o que seria o único show no dia 27 de abril se esgotou rapidamente. E, após o sucesso, o compositor divulgou nas redes uma data extra, no dia 28 do mesmo mês. As vendas começam nesta segunda-feira (14), a partir do meio-dia, no site ou bilheteria da casa.


Os dois espetáculos serão realizados no Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795, Barra Funda). No dia 27 de abril, a apresentação tem início às 22h30 e no dia 28, às 20h.

Além de apresentar o repertório trazendo clássicos dos dois álbuns do Clube da Esquina (1972 e 1978), Milton também vai cantar faixas dos trabalhos Minas (1975) e Geraes (1976).


Capa do primeiro disco do Clube da Esquina, de 1972
Capa do primeiro disco do Clube da Esquina, de 1972

História

O Clube da Esquina surgiu, na década de 60, através da amizade entre Milton Nascimento e os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô), no bairro de Santa Tereza, Belo Horizonte (MG). 


Espécie de coletivo musical encabeçado por Milton e Lô Borges, da banda saíram grandes nomes da MPB como Flávio Venturini (e o grupo 14 Bis), Tavinho Moura, Toninho Horta, Beto Guedes e os letristas Fernando Brant, Ronaldo Bastos e Murilo Antunes.

Nos anos 70, o Clube da Esquina lançou dois discos homônimos. O primeiro e mais famoso álbum, de 1972, que ainda traz uma capa emblemática, registra sucessos como Tudo Que Você Podia Ser, Cais, O Trem Azul, Paisagem na Janela e Clube da Esquina nº 2. Já o segundo trabalho, de 1978, trouxe o "carro-chefe" Maria, Maria.

O nome do grupo foi ideia de Márcio, que ao ouvir a mãe perguntar dos filhos, sempre notava a mesma resposta: "Estão lá na esquina, cantando e tocando violão."

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