Flavio Ricco Globo movimenta toneladas de material em gravações de Pantanal no MS

Globo movimenta toneladas de material em gravações de Pantanal no MS

  • Flavio Ricco | Do R7

O diretor Rogério Gomes orienta Alanis Guillen, a Juma Marruá, em gravação no MS

O diretor Rogério Gomes orienta Alanis Guillen, a Juma Marruá, em gravação no MS

João Miguel Junior

Como já é sabido por muitos, a direção da Globo não está poupando esforços para transformar o remake de “Pantanal” em um grande sucesso. É, seguramente, um dos principais investimentos para a temporada 2022. A emissora, vale lembrar, iniciou a produção da novela em agosto do ano passado, na região conhecida como Nhecolândia, no coração do bioma no Mato Grosso do Sul.

Durante cinco meses, mais de 150 pessoas estiveram diretamente envolvidas nas gravações no local, que fica a cerca de quatro horas da cidade mais próxima, Aquidauana, que tem cerca de 50 mil habitantes, apenas um caixa eletrônico e um posto de gasolina. Ao redor, somente fazendas e natureza selvagem.

Seis fazendas deram suporte diretamente à produção, seja para hospedagem, para gravação ou almoxarifado.

Para contemplar todo o material de produção, produção de arte, cenografia, figurino, caracterização e tecnologia, foram necessários 12 caminhões, que suportam aproximadamente 12 toneladas cada um.

Estima-se, portanto, que a equipe transportou cerca de 140 toneladas de material para gravar no Pantanal.

Em tempo: os trabalhos do remake agora acontecem no Rio de Janeiro.

Porém, informa a Globo, há previsão de novas gravações no Mato Grosso do Sul.

(Atualização)

Em nota sobre as gravações de Pantanal, a coluna informou que a maior parte delas foi realizada na região de Nhecolândia e que a cidade mais próxima é Aquidauana. Até aí, tudo certo.

A linha cruzada veio depois: Aquidauana tem muito mais que um posto de gasolina e um orelhão. Na verdade são 11 postos, seis bancos e, junto com a vizinha Anastácio, e embora divididas politicamente, somam aproximadamente 80 mil habitantes.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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