Mayara Magri relembra bastidor de “Isaura”, que termina amanhã  

Mayara Magri, a Tomásia de "A Escrava Isaura"

Mayara Magri, a Tomásia de "A Escrava Isaura"

Raphael Castello /AgNews

Reprisada pela quarta vez, a novela “A Escrava Isaura” terá o seu último capítulo exibido nesta terça-feira. Uma reapresentação que chega ao fim coberta de glórias. Audiência boa, vice-liderança absoluta no horário e liderança em várias praças.

E amanhã mesmo, na sequência, já começa a reprise de “Escrava Mãe”.

Como antecipado, está prometido um final inédito para o último capítulo de “A Escrava Isaura”. Vale repetir que, quando a novela foi produzida, em 2004, o diretor Herval Rossano (1935-2007) gravou cinco desfechos diferentes. Um deles, inédito, em cima do “quem matou Leôncio?”, será escolhido.

Em contato com a coluna, Mayara Magri, intérprete de Tomásia, e que foi casada com Herval, relembra um bastidor interessante.

“Na verdade, quando ele (Herval) foi chamado para uma reunião na Record, não sabia para qual novela. Aí acabou levando alguns projetos que havia dirigido, como “Helena” e “Senhora”, ambas de (1975), e “Isaura” (1976), que poderiam ser refeitos”, conta Mayara.

“Foi uma loucura! Contratado para dirigir “Isaura”, ele precisou criar todo um núcleo porque a Record ainda não tinha nada. Mas sabia o que estava fazendo. Era um talento muito grande. Tenho muito orgulho de assistir à novela e ver tudo o que ele fez, o que a gente fez, esse elenco maravilhoso”, prossegue.

A atriz admite que não imaginava que esse sucesso de audiência pudesse acontecer de novo, por se tratar de uma quarta reprise e comemora também a força da internet. “As pessoas [hoje] se pronunciam muito mais”.

Ela não se lembra como emissora e diretor definiram a questão dos finais diferentes para o “Quem matou Leôncio?”, se para atender o mercado internacional ou mesmo as reprises.

Mas, conclui: “Foi genial isso! Cada reprise vem um assassino diferente”.