Flavio Ricco “Top Chef”: o novo normal de um reality show gastronômico 

“Top Chef”: o novo normal de um reality show gastronômico 

A empresária Elisabetta Zenatti,  da produtora Floresta, parceira da Record na realização do “Top Chef”

A empresária Elisabetta Zenatti, da produtora Floresta, parceira da Record na realização do “Top Chef”

Divulgação

Colocar um programa no ar durante a pandemia exige uma série de cuidados e cobranças, que vão desde a isolamento prévio, testes regulares de Covid-19 para equipes e convidados, olhar especial para locações e alimentação, entre outros.

Veja por exemplo o caso do novo “Top Chef”, que estreia nesta quarta-feira, às 22h30 na Record.

O complexo da GGP Estúdios foi alvo de vários protocolos de segurança. A produtora Floresta, responsável pela realização do programa, contou com a assessoria de uma empresa especializada em segurança do trabalho e precisou seguir regras internacionais obrigatórias, por fazer parte do grupo Sony Pictures.

E, isso, além de obedecer normas estabelecidas pelos órgãos de saúde de São Paulo e da própria vigilância sanitária de Barueri, que visitou as instalações do reality show gastronômico e deu autorização para as gravações.

Dentro de todo esse processo de segurança, outro aspecto importante, a redução de pessoas “estranhas” ao ambiente.  Assim, decidiu-se pelo trabalho de captação por câmeras remotas.

Nesta quinta-feira, um dia após a estreia, os participantes chegam a São Paulo para iniciar um pré-confinamento e bateria de testes.

Lembrando que os cinco primeiros episódios, num total de 12, foram gravados antes da pandemia e, desta vez, não haverá final ao vivo, fator que também levará seus envolvidos a tomar uma série de cuidados contra vazamento.

*Colaborou José Carlos Nery

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