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Hora de seguir em frente

Um novo ciclo que não fala sobre chegada, mas sobre o processo de se construir no caminho

João Liberato Sem Roteiro|João LiberatoOpens in new window

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Não é sobre estar pronto. É sobre estar disposto a aprender e seguir em frente. Divulgação/Luh Ramalho

Tem decisões que parecem simples por fora, mas por dentro carregam muito mais coisa do que a gente consegue explicar de imediato.

Renovar meu contrato com a Record foi uma delas.


Não foi só sentar, assinar e seguir. Foi aguardar um chamado da emissora e discutir com toda a equipe sobre um futuro projeto.

Foi um daqueles momentos silenciosos, em que você para, respira e entende que está vivendo uma fase importante — talvez mais importante do que você mesmo tinha percebido.


Eu ainda estou construindo o meu caminho.

E acho que essa é a parte mais honesta de tudo.


Não existe uma sensação de “pronto”. Não existe um ponto em que eu olho e penso: “agora sim, está tudo resolvido”. Pelo contrário. Quanto mais eu avanço, mais eu entendo o quanto ainda tenho pra aprender, pra testar, pra descobrir.

E isso não me assusta, me move.


A televisão sempre esteve presente na minha vida de um jeito muito forte.

Primeiro, acompanhando tudo de dois lados, vendo meu pai como um astro da TV e convivendo com ele fora da tela, como um pai presente e sempre presente em minha vida.

Hoje, a televisão pra mim não é só uma profissão, é uma linguagem, uma maneira de conexão e presença dentro da casa das pessoas.

Eu cresci vendo isso acontecer.

E hoje eu estou do outro lado — tentando encontrar o meu jeito de me comunicar, de contar histórias, de me conectar com quem está assistindo.

Sem copiar.

Sem seguir um formato que já existe.

Sem tentar caber em algo que não sou.

E talvez esse seja o maior desafio.

Porque é muito mais fácil seguir um caminho já traçado. Muito mais confortável repetir o que já deu certo antes. Mas, ao mesmo tempo, isso nunca foi o que eu quis.

Eu quero construir algo que tenha verdade, e a Record me oferece um caminho fantástico para isso.

Mesmo que isso leve tempo.

Mesmo que esse processo seja cheio de tentativas, ajustes e recomeços.

A Record, nesse momento da minha vida, representa muito mais do que uma emissora. Representa um espaço em que eu tenho a chance de viver esse processo de forma real.

De aprender fazendo.

De crescer com consistência.

De entender, na prática, o que significa estar ali.

E isso tem um valor enorme pra mim.

Essa renovação vem com um peso diferente. Não no sentido de pressão, mas de consciência e oportunidade.

Consciência de que agora eu entendo melhor o lugar que ocupo.

Consciência de que cada passo importa.

Consciência de que construir uma trajetória exige mais do que vontade — exige presença.

E oportunidade de viver tudo isso convivendo com grandes profissionais.

Eu não quero apressar nada.

Não quero pular etapas.

Quero viver esse caminho do jeito que ele é: com calma, com entrega e com verdade.

Porque, no fim das contas, é isso que faz sentido pra mim.

E eu sinto que estou pronto pra isso.

Não porque eu sei tudo, mas porque eu tenho sede de aprender.

E, talvez, esse seja o ponto mais importante de todos.

E aqui no blog, eu sigo sem roteiro, mas com muita vontade de viver isso tudo intensamente.

Aguardem, logo mais estaremos no ar com “Filhos de Quem”.

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