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Antes do Globo de Ouro, Wagner Moura foi revelado no teatro

Primeiro brasileiro a vencer a categoria de Melhor Ator na premiação, artista teve início nos palcos com ‘A Máquina’

R7 Teatro|Maria Cunha

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  • Wagner Moura ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama por "O Agente Secreto".
  • Ele é o primeiro brasileiro a conquistar esse prêmio internacional.
  • A carreira de Moura começou nos palcos com a peça "A Máquina", há 25 anos.
  • A peça, que discute desejo e progresso, teve novas montagens que dialogam com diferentes gerações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Wagner Moura foi revelado na peça 'A Máquina' Reprodução/Instagram/@olazaroramos

Wagner Moura se tornou, no último domingo (11), o primeiro brasileiro a conquistar o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, pelo filme O Agente Secreto, escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho. O prêmio consolida a trajetória do artista no cenário internacional, mais de duas décadas após sua projeção inicial nos palcos do teatro brasileiro.

Um dos marcos desse início foi a peça A Máquina, escrita por João Falcão e baseada no livro homônimo de Adriana Falcão. O espetáculo estreou há pouco mais de 25 anos no Armazém 14, no Recife, e se tornou referência ao apresentar ao público um grupo de atores que, à época, ainda não era amplamente conhecido.


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Na montagem original, Wagner Moura dividiu o papel de Antônio com Lázaro Ramos, Vladimir Brichta e Gustavo Falcão. Na época da estreia, Wagner, Vladimir e Gustavo tinham 26 anos, e Lázaro, 24.

A trama se passa em Nordestina, cidade fictícia do interior do Brasil, comum e sem recursos, onde vive Antônio, um jovem sertanejo que decide impedir a partida de sua amada Karina, inquieta e desejosa de “ver o mundo”.


Para isso, ele constrói, a partir de um ferro-velho, uma máquina capaz de viajar no tempo — recurso narrativo que estrutura a fábula criada por João Falcão para discutir desejo, permanência e a ideia de progresso.

A força de A Máquina atravessou o tempo. No ano passado, a peça ganhou uma nova montagem. Nesta versão, Antônio passou a ser interpretado pelos jovens atores Alexandre Ammano, Bruno Rocha, Marcos Oli e Vitor Britto, integrantes do coletivo Ocutá, responsável por O Avesso da Pele.


Karina, por sua vez, foi vivida por Agnes Brichta, filha de Vladimir Brichta, um dos Antônios da montagem original. Quando o espetáculo estreou pela primeira vez, Agnes tinha apenas 3 anos.

Esse diálogo entre gerações ajuda a dimensionar o alcance de A Máquina — e também da trajetória de Wagner Moura. Dos palcos do Recife às grandes premiações internacionais, o ator segue ampliando sua história.

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