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Seu cachorro sofre quando você sai? Veja por que a ansiedade por separação não se resolve com ‘dicas rápidas’

Especialista alerta que comportamento ansioso está ligado à rotina e à postura do tutor, e não apenas à ausência momentânea

RPet|Do R7

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A ansiedade por separação é um dos problemas comportamentais mais comuns entre cães Reprodução/MestreDog

É muito bom saber que o nosso cachorro gosta de estar próximo a nós. Construir uma conexão e intimidade com o pet é um dos principais pilares para uma relação saudável. No entanto, quando essa necessidade de presença se torna uma dependência constante, o quadro passa a ser conhecido como ansiedade por separação.

A ansiedade por separação é um dos problemas comportamentais mais comuns entre cães e costuma se manifestar quando o tutor sai de casa. Latidos excessivos, destruição de objetos e agitação são alguns dos sinais mais frequentes relatados por tutores e indicam a dificuldade do animal em lidar com a ausência.


Esse foi o tema da última videoaula do canal do especialista Marcelo MestreDog, que ressalta a importância de entender que o problema não se resolve apenas com dicas instantâneas. Segundo ele, a ansiedade por separação não está apenas quando o tutor sai de casa, mas na forma como a relação com o animal é construída no dia a dia.

De acordo com o especialista, comportamentos ansiosos são frequentemente reforçados sem que o tutor perceba. A falta de regras claras, o excesso de permissividade e a comunicação inconsistente contribuem para esse quadro. Além disso, uma prática comum entre tutores é tentar confortar o animal no momento da saída, com carinhos e atenção excessiva, o que pode estimular ainda mais a ansiedade.


Por que a ansiedade por separação acontece?

Ao longo da explicação, Marcelo destaca que o problema está diretamente ligado à dependência criada na relação. Quando o cão não aprende a ficar sozinho de forma gradual, qualquer afastamento pode gerar estresse.

Além disso, a expectativa por resultados rápidos pode agravar o quadro. O adestramento, segundo ele, exige repetição, consistência e mudança de postura do tutor, e não apenas a aplicação de técnicas pontuais, como o teste da


O que fazer na prática?

Evite reforçar a dependência: não transforme toda interação em atenção constante Estabeleça rotina e regras claras: previsibilidade ajuda a reduzir a ansiedade Trabalhe a ausência de forma gradual: o cão precisa aprender a ficar sozinho aos poucos

Seja consistente: mudanças reais dependem da repetição correta no dia a dia


O especialista reforça que não existe solução imediata para a ansiedade por separação. O processo envolve ajustes na convivência e exige comprometimento do tutor para que o quadro do animal evolua com autonomia e segurança.

Assista à aula completa!

Confira o vídeo de Marcelo MestreDog e entenda como lidar com a ansiedade por separação no seu cão.

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