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Chimpanzés são capazes de distinguir cristais de outras pedras, diz estudo

Primatas reconhecem propriedades específicas dos mineiras, como transparância e forma geométrica

Bichos|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Chimpanzés conseguem diferenciar cristais de outras pedras com base em suas características físicas.
  • Estudo revela que primatas reconhecem propriedades como transparência e forma geométrica.
  • Experimentos foram realizados com chimpanzés em um santuário, mostrando seu interesse por pedras valiosas.
  • A pesquisa sugere ligações cognitivas entre humanos e primatas sobre a coleta de cristais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Experimentos foram realizados com grupos de chimpanzés que vivem em um santuário Divulgação\Frontiers in Psychology

Um estudo recente publicado na revista Frontiers in Psychology indica que chimpanzés conseguem diferenciar cristais de outras pedras apenas observando suas características físicas.

A pesquisa sugere que os primatas reconhecem propriedades específicas dos mineiras, como transparância e forma geométrica.


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“Desenvolvemos uma série de experimentos com chimpanzés aculturados, um de nossos dois parentes vivos não humanos mais próximos, que compartilham características genéticas e comportamentais significativas com os humanos. Os experimentos visavam identificar quais propriedades físicas dos cristais poderiam ter atraído chimpanzés e hominídeos. Nossos resultados sugerem que chimpanzés aculturados conseguem identificar e distinguir cristais de outros tipos de pedras”, diz um trecho do estudo.

Os experimentos foram realizados com grupos de chimpanzés que vivem em um santuário de primatas. Durante os testes, os animais recebram diferentes tipos de pedras e cristais misturados. Os cientistas observaram que, em poucos segundos, os macacos demonstravam interesse maior pelas rochas valiosas.


Em alguns casos, os animais chegaram a levar os cristais para outros espaços do recinto e passaram longos peíodos manipulando e observando as peças. Eles giraram e examinaram as rochas em diferentes ângulos.

Segundo autores do estudo, a atração por objetos com formas regulares ou aparência incomum pode estar ligada a mecanismos cognitivos compartilhados entre humanos e outros primatas. “Nosso estudo fornece insights sobre o papel potencial da coleta de cristais na evolução cognitiva e destaca a importância das propriedades dos materiais na formação de comportamentos simbólicos precoces.”

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