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Reserva ecológica na Nova Zelândia pede doações de vacas e cavalos para alimentar leões

Animais consomem o equivalente à carne de três vacas por semana

Bichos|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Santuário de Vida Selvagem de Kamo, na Nova Zelândia, pediu doações de vacas e cavalos para alimentar leões.
  • A instituição enfrenta dificuldades financeiras e já começou a eutanasiar alguns animais devido à falta de recursos.
  • Atualmente, o santuário abriga 12 leões e um tigre-de-bengala, e os estoques de alimento estão no limite.
  • Para reduzir custos, o santuário aceita doações de animais vivos, doentes ou indesejados, garantindo um abate humanitário.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Parque mantém atualmente 12 leões e um tigre-de-bengala
Parque mantém atualmente 12 leões e um tigre-de-bengala Jeremy Avery/Unsplash

O Santuário de Vida Selvagem de Kamo, na Nova Zelândia, pediu doações de vacas e cavalos para alimentar os leões que ainda vivem no local. A medida foi anunciada após o parque, localizado em Whangārei, no norte do país, confirmar o encerramento definitivo das atividades por falta de recursos.

A instituição informou que enfrenta graves dificuldades financeiras e já iniciou o processo de eutanásia de parte dos animais. Segundo a administradora Janette Vallance, a situação é insustentável. “Este tem sido um período incrivelmente difícil para todos nós. Não havia mais opções. Eu e a equipe estamos devastados”, afirmou em comunicado.


De acordo com reportagem da CBS News, os leões consomem o equivalente à carne de três vacas por semana, e os estoques de alimento estão no limite. Na segunda-feira (3), dois leões, Imvula e Sibili, foram sacrificados por problemas de saúde. Permanecem no santuário Shikira, Cleo, Abdullah, Timba e Themba.

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Um porta-voz do santuário disse que não há locais disponíveis para realocar os animais, já que outros zoológicos do país estão lotados. “As memórias e o legado desses animais incríveis viverão para sempre nos corações de muitos”, declarou.


Para reduzir os custos, o santuário está aceitando doações de “vacas ou cavalos vivos, doentes, feridos ou indesejados” para servir de alimento aos felinos. A administração assegura que o abate será feito de forma “humanitária” e que o transporte dos animais será gratuito.

O parque mantém atualmente 12 leões e um tigre-de-bengala, a maioria trazida do exterior ainda jovem. No início dos anos 2000, o local chegou a abrigar 33 grandes felinos, incluindo tigres, leopardos e guepardos.


Com o aumento das despesas e a falta de apoio, o santuário afirma que chegou ao limite. “Embora o prazo seja curto e a situação permaneça incerta, estamos fazendo tudo o que podemos para manter a esperança viva”, disse Vallance.

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