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Estudo diz que os modelos plus size são boas para a saúde mental das mulheres 

Já as "modelos de mídia de tamanho não realista" levam a uma menor satisfação corporal

Moda|Do R7

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Dançarinas plus size de Anitta vêm de encontro com estudo, que mostra que imagens de mulheres reais fazem bem à saúde mental feminina
Dançarinas plus size de Anitta vêm de encontro com estudo, que mostra que imagens de mulheres reais fazem bem à saúde mental feminina

A presença de dançarinas plus size no último clipe de Anitta, "Paradinha", pegou super bem com o público, mostrando que a funkeira está aberta à diversidade.

O que talvez Anitta nem saiba é que a presença de mulheres mais reais em situações como essa, e também nas campanhas de moda, gera um impacto positivo e faz bem para a saúde mental de outras mulheres. 


Bailarina plus size de Anitta pesa 140kg e já posou nua com o marido

Estudo feito pela Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, batizado de "Is plus size equal?" concluiu que modelos pluz size ajudam a melhorar a saúde mental de outras mulheres e são mais lembradas quando comparadas com modelos mais magras. A pesquisa analisou medidores psicológicos e fisiológicos para entender como as mulheres respondem quando colocadas à frente de outras imagens femininas de diferentes tamanhos.


A pesquisa, feita com co-autoria dos professores assistentes Russell Clayton e Jessica Ridgway, monitorou 49 mulheres da Universidade que lutam pela satisfação corporal. Depois de mostrar as imagens femininas de modelos de tamanho maior, médio e mais fino, a reação positiva foram maiores nos visuais dos modelos médios e até mesmo em modelos de tamanho maior.

O sucesso de modelos como Ashley Graham comprovam a tese na prática
O sucesso de modelos como Ashley Graham comprovam a tese na prática

— As mulheres relataram a maior satisfação corporal e a menor quantidade de comparações sociais ao visualizar modelos de tamanho maior, mas a satisfação corporal diminuiu e as comparações sociais aumentaram ao visualizar o tamanho médio seguido de modelos de tamanho fino.


A pesquisa também apontou, sem supresa, que a exposição a "modelos de mídia de tamanho não realista" tem um efeito negativo na "saúde mental e física do consumidor, incluindo a menor satisfação corporal".

— Quando você considera não só o sucesso que os modelos como Ashley Graham e Precious Lee viraram nos últimos anos, mas também a crescente quantidade de marcas que optam por incluir uma variedade diversa de formas e tamanhos de corpo em suas campanhas e a reação extremamente positiva que essas propagandas têm obtido dos consumidores, os dados aqui não são tão surpreendentes.


Mesmo em uma indústria repleta de falta de diversidade e, por vezes, de motivos questionáveis ​​de marcas que podem estar tentando capitalizar e tirar proveito do movimento positivo do corpo "moderno", é encorajador ver que a inclusividade realmente está gerando u, efeito realmente importante: dar mais confiança às mulheres, fornecendo-lhes modelos com os quais podem se relacionar e suscitando um relacionamento mais positivo com seus próprios corpos.

A pesquisa revelou que a exposição a modelos de mídia de tamanho irreals resulta em mulheres relatando menos satisfação com sua aparência geral. O resultado deixa a dica para que as marcas realmente se interessem em perpetuar uma mensagem mais realista para suas consumidoras.

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