Feito de fezes de animal? Conheça os cafés mais curiosos e luxuosos do mundo
De cafeterias com ouro comestível a grãos raros servidos como joias, o café se transforma em uma experiência de luxo ao redor do mundo
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O café está presente em praticamente todos os cantos do mundo. Mas, em alguns endereços, ele deixa de ser rotina para se tornar experiência. Não é apenas sobre o que se bebe, é sobre onde, como e por quê.
De Paris a Dubai, passando por Tóquio e até o interior do Brasil, existem lugares onde uma simples xícara pode carregar história, exclusividade e, claro, preços que surpreendem.
Dubai: o café com ouro que virou símbolo de status
No coração dos Emirados Árabes, o luxo ganha forma e sabor.
No icônico Emirates Palace Café, o café é servido com ouro 24 quilates comestível, transformando a bebida em um verdadeiro espetáculo.
Mais do que sabor, a experiência envolve ambiente, serviço impecável e a sensação de consumir algo raro, em que uma xícara pode ultrapassar facilmente os R$ 150 a R$ 200.
Paris: tradição, elegância e história na xícara
Em Café de Flore, um dos cafés mais icônicos do mundo, o luxo não está no exagero, mas na tradição. Frequentado por artistas, intelectuais e celebridades ao longo de décadas, o local transforma o café em um símbolo cultural.
Ali, você não paga apenas pela bebida; paga pela história, pelo endereço e pelo charme parisiense.
Japão: o minimalismo que transforma o café em arte
Em Tóquio, cafeterias especializadas elevam o preparo ao nível de precisão quase científica.
No Blue Bottle Coffee, cada detalhe importa: temperatura da água, tempo de extração, origem dos grãos.
O resultado é uma experiência sensorial refinada, na qual o luxo está na perfeição e não no excesso.
Indonésia: o café mais polêmico e desejado do mundo
Entre os cafés mais caros e curiosos do planeta está o Kopi Luwak, uma bebida que desperta fascínio e estranhamento na mesma medida.
Produzido na Indonésia, ele passa por um processo incomum: os grãos de café são consumidos por um pequeno animal chamado civeta.

Durante a digestão, enzimas naturais alteram a composição do grão, reduzindo a acidez e intensificando o aroma.
Depois disso, os grãos são naturalmente eliminados, passam por um rigoroso processo de limpeza, torra e preparo até chegarem à xícara.
O resultado é um café considerado mais suave, menos amargo e extremamente exclusivo.
O preço acompanha a raridade: pode ultrapassar R$ 5 mil o quilo, tornando-se um dos mais caros do mundo. Mas não é só o sabor que está em jogo. O Kopi Luwak levanta debates importantes sobre ética, produção e até os limites do luxo.
Tailândia: raridade elevada ao extremo
Ainda mais exclusivo, o Black Ivory Coffee leva o conceito de raridade a outro nível.
Produzido a partir de um processo semelhante, desta vez com elefantes, o café é servido em experiências extremamente limitadas, geralmente em hotéis de luxo, e pode ultrapassar R$ 10 mil o quilo.
Brasil: o luxo que nasce da origem
E o mais interessante: o Brasil, maior produtor de café do mundo, também entrou definitivamente no mapa do luxo.
Em regiões de altitude elevada, pequenos produtores criam microlotes raríssimos, disputados em leilões internacionais.
Alguns desses cafés especiais já atingem preços comparáveis aos melhores do mundo e começam a aparecer em cafeterias premium no país.
Quando o luxo está na experiência (e não no preço)
O café de luxo não é apenas o mais caro.
É aquele que transforma um gesto simples em um momento memorável. Seja pelo ouro, pela história, pela técnica ou pela raridade, cada xícara conta uma narrativa.
No universo do luxo, até o improvável ganha valor. E talvez o café mais caro do mundo não seja apenas sobre sabor, mas sobre o quanto estamos dispostos a pagar por algo único… mesmo quando ele desafia o senso comum.
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