Alice Carvalho, de ‘O Agente Secreto’, muda visual antes do Oscar e adota tom de cabelo criado para nova personagem
Novo tom, batizado de ‘Absolute Dark’, foi desenvolvido especialmente para a atriz

A atriz Alice Carvalho surgiu com um novo visual durante sua passagem por Los Angeles, onde se prepara para a cerimônia do Oscar neste domingo (15). Intérprete de Fátima, no filme O Agente Secreto, a artista trocou as mechas claras por um castanho escuro intenso — mudança que também faz parte da construção de sua próxima personagem no cinema.
O novo tom, batizado de Absolute Dark, é um castanho escuro intenso e luminoso e foi desenvolvido sob medida para a atriz. A transformação foi realizada pelo cabeleireiro Everton Müller, embaixador de TRUSS Professional, com styling do expert da marca Leo Barroso.
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Segundo a equipe responsável pelo processo, um dos desafios técnicos foi neutralizar as mechas loiras anteriores sem comprometer a estrutura dos fios cacheados. Para isso, foi aplicado um protocolo de reconstrução capilar ao longo da transformação, tendo como protagonista a linha Uso Obrigatório, com foco em preservar brilho e maciez durante a mudança de cor.
“Voltar para o castanho escuro, que é próximo da minha base natural, é uma forma de reconexão com quem eu sou e com a história que vou contar. Para mim, era essencial que a mudança viesse acompanhada de saúde dos fios, principalmente porque meu cabelo é cacheado e mais sensível a processos químicos”, afirma a atriz.
A mudança de visual também coincide com a participação de Alice em uma campanha da marca ao lado do ator Gabriel Leone. Os dois integram o elenco de O Agente Secreto, longa que vem ganhando destaque na temporada internacional de premiações e concorre nas categorias de Melhor Elenco, Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator pela atuação de Wagner Moura.
Ao refletir sobre o alcance do longa e a possibilidade de reconhecimento com o prêmio, Alice conta que, caso ganhem, ele “representará uma validação coletiva muito forte”.
“Não apenas do filme, mas da capacidade do nosso cinema de dialogar com o mundo sem perder identidade. Eu acho muito forte quando uma obra mantém sua essência cultural e ainda assim alcança reconhecimento global”, afirma a atriz.
“Para mim, pessoalmente, será a confirmação de que é possível sonhar grande sendo fiel às nossas raízes. Que não precisamos suavizar nossa identidade para sermos universais. E também será um marco emocional, porque vai simbolizar anos de dedicação silenciosa que às vezes o público não vê.”
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