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Austrália e Nova Zelândia mantêm demanda por trabalhadores estrangeiros e ampliam oportunidades legais para brasileiros

Escassez de mão de obra sustenta programas oficiais de vistos e abre espaço para profissionais qualificados, técnicos e trabalhadores temporários

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Austrália e Nova Zelândia continuam a demanda por trabalhadores estrangeiros devido à escassez de mão de obra em setores essenciais.
  • Brasileiros podem utilizar plataformas como Seek, Indeed e portais oficiais para encontrar oportunidades legais de trabalho.
  • Os vistos mais comuns são os patrocinados por empregador e os temporários, com a necessidade do domínio do idioma inglês.
  • Evite propostas de emprego fora de canais oficiais, pois isso pode resultar em sanções graves, como deportação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Especialistas em imigração alertam que trabalhar sem o visto correto configura infração migratória grave Claudette Wicks/Unsplash

Em meio à escassez de mão de obra em setores estratégicos, Austrália e Nova Zelândia seguem abertas à contratação de trabalhadores estrangeiros, incluindo brasileiros, por meio de vistos de trabalho legais e programas oficiais de imigração.

Informações divulgadas por órgãos governamentais indicam demanda contínua por profissionais qualificados, técnicos e trabalhadores temporários em áreas essenciais da economia.


Mercado de trabalho na Austrália

A Austrália enfrenta déficit de profissionais em segmentos como saúde, construção civil, tecnologia, engenharia, agricultura, hotelaria e serviços. Para suprir essas lacunas, o país mantém sistemas oficiais que conectam empregadores locais a trabalhadores estrangeiros, sempre vinculando a contratação à emissão do visto adequado.

Brasileiros interessados em trabalhar legalmente no país costumam utilizar plataformas consolidadas como Seek Australia, Indeed Austrália, Jora, LinkedIn, além de portais oficiais como o Workforce Australia, do governo australiano, e o APS Jobs, voltado ao setor público. Esses canais concentram vagas atualizadas e seguem as regras migratórias vigentes.


Brasileiros interessados em trabalhar legalmente no país podem utilizar os seguintes portais:

Seek Australia – Maior site de empregos do país, com milhares de vagas atualizadas diariamente;


Indeed Austrália – Agregador de vagas com oportunidades em diversas regiões;

Jora Australia – Plataforma de busca simples e eficiente;


LinkedIn – Usado para vagas qualificadas e contato direto com empregadores;

Workforce Australia – Portal oficial do governo australiano para empregos e orientação a trabalhadores;

APS Jobs – Vagas no setor público australiano.

No aspecto migratório, os vistos mais utilizados incluem vistos patrocinados por empregador (Employer Sponsored Visas), autorizações temporárias para ocupações em demanda e programas voltados à experiência profissional.

Em grande parte dos casos, especialmente para posições qualificadas, o patrocínio do empregador é indispensável.

Mercado de trabalho na Nova Zelândia

O país vive cenário semelhante e mantém políticas ativas de atração de mão de obra estrangeira, sobretudo nos setores de saúde, construção, engenharia, tecnologia da informação, agricultura, logística e hotelaria. O país trabalha com listas oficiais de ocupações em demanda, o que facilita o processo de solicitação de vistos de trabalho.

Entre os principais canais de busca de vagas estão plataformas como Seek Nova Zelândia, Indeed, além de portais governamentais como o Jobs.govt.nz e o Find a Job (MSD). Também ganham destaque iniciativas voltadas a estrangeiros, como o WorkHere New Zealand e o NZ Immigration Job Board, que concentram oportunidades alinhadas às exigências migratórias.

Os vistos mais comuns incluem o Accredited Employer Work Visa (AEWV), voltado a empregadores credenciados, além de vistos temporários e o Work Holiday Visa, destinado a jovens que desejam combinar trabalho e experiência cultural por período limitado.

Pontos de atenção para brasileiros

Especialistas em imigração alertam que, tanto na Austrália quanto na Nova Zelândia, trabalhar sem o visto correto configura infração migratória grave. O currículo deve seguir o padrão local, geralmente em inglês, e o domínio funcional do idioma é requisito básico para a maioria das contratações.

Também é fundamental cautela com propostas fora de canais oficiais. Promessas de emprego sem visto ou com informações vagas podem resultar em multas, deportação e impedimento de retorno ao país.

Conclusão

Austrália e Nova Zelândia seguem como destinos estratégicos para brasileiros que buscam trabalho legal no exterior, especialmente em um contexto de escassez de mão de obra. A combinação entre demanda real por profissionais, programas oficiais de visto e plataformas confiáveis de emprego cria oportunidades concretas para quem se planeja corretamente.

Informação qualificada, uso de canais oficiais e orientação migratória adequada são fatores decisivos para transformar a oportunidade em realidade — de forma regular, segura e sustentável.

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Por Carlos Silva – Jornalista 0099348/SP e influencer digital

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