Escandinávia endurece regras de imigração, mas abre portas para profissionais qualificados
Suécia, Noruega e Dinamarca ajustam políticas migratórias e facilitam a entrada de trabalhadores especializados
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Escandinávia vive um dos períodos mais intensos de revisão migratória dos últimos anos. Suécia, Noruega e Dinamarca anunciaram mudanças relevantes que afetam trabalhadores estrangeiros, estudantes, famílias e migrantes em busca de residência.
O movimento combina endurecimento em categorias sensíveis, como reunificação familiar e residência permanente, com incentivos claros à imigração qualificada, especialmente em áreas de tecnologia, engenharia e inovação.
A seguir, um panorama atualizado do que muda em cada país e como isso impacta brasileiros.
Suécia flexibiliza vistos de trabalho, mas aumenta exigências para residência permanente e família
A Suécia apresentou propostas de reforma que podem redefinir o perfil migratório do país já a partir de 2026. O ponto mais comentado é a flexibilização para trabalhadores estrangeiros, permitindo que profissionais com visto de trabalho possam mudar de emprego sem a necessidade de emitir um novo visto.
Além disso, quem já possui mais de dois anos de trabalho sob permissão válida poderá permanecer no país por até seis meses em caso de desemprego, ampliando a segurança e a mobilidade dentro do mercado sueco.
Por outro lado, a residência permanente deve ficar mais restrita. A proposta inclui padrões mais altos de renda, comprovação de domínio da língua sueca e requisitos de integração efetiva.
Há ainda discussões para tornar a reunificação familiar mais rígida a partir de 2027, com exigências maiores para comprovação de estabilidade financeira e habitacional.
Para brasileiros, o cenário é duplo: profissionais qualificados ganham liberdade, enquanto famílias e estudantes devem se preparar para regras mais exigentes.
Noruega aumenta exigência de renda para reunificação familiar
A Noruega foi mais direta e endureceu um dos critérios centrais da política migratória: a renda mínima para quem deseja trazer familiares do exterior. Desde fevereiro de 2025, o patrocinador deve comprovar renda anual de pelo menos 400.000 coroas norueguesas, cerca de R$ 210 mil.
A medida busca reduzir solicitações de pessoas que possam depender de benefícios governamentais, reforçando o modelo de autossuficiência econômica. Para brasileiros que vivem no país, isso significa mais rigor na organização documental e menor margem para erros em pedidos de família.
Dinamarca mantém postura rígida e amplia limitações
A Dinamarca continua sendo o país mais restritivo da Escandinávia. O governo reforçou medidas de controle sobre pedidos de asilo, endureceu regras para estudantes estrangeiros e ampliou limitações para quem tenta obter residência apenas com base em permanência prolongada, sem vínculo profissional claro.
O uso de proteções temporárias também se expandiu, reduzindo as chances de residência permanente.
Brasileiros que desejam estudar, acompanhar parceiros ou solicitar mudança de status devem ficar atentos: o país mantém portas abertas principalmente para quem apresenta alta qualificação e emprego sólido em áreas prioritárias.
Tendência geral: mais rigor, mais seletividade e foco em talentos estratégicos
Apesar de diferenças entre os três países, as políticas da região apontam para a mesma direção: selecionar melhor quem entra e quem permanece. Abertura para profissionais especializados, exigências maiores na residência permanente e regras mais duras de família compõem o novo cenário.
A imigração ligada ao trabalho segue valorizada. Já a imigração humanitária e familiar se torna mais restrita. Estudantes também entram no radar, principalmente na Dinamarca, que busca evitar permanência prolongada sem emprego na área de formação.
O que muda para brasileiros em busca de oportunidades
A região continua muito atrativa para profissionais de TI, engenharia, saúde, logística, indústria verde e pesquisa científica. O mercado é sólido, competitivo e demanda mão de obra externa.
Ao mesmo tempo, brasileiros que planejam levar familiares, estudar ou permanecer sem vínculo empregatício forte precisarão seguir requisitos mais rígidos, especialmente na Noruega e na Dinamarca.
Orientação técnica, organização documental e compreensão das novas regras passam a ser fundamentais, tanto para quem planeja migrar quanto para quem já vive na região.
Conclusão
A Escandinávia está redesenhando sua política migratória com foco em qualificação, estabilidade econômica e integração social. Para brasileiros preparados e alinhados aos setores demandados, as oportunidades permanecem reais, especialmente na Suécia, que busca atrair mais especialistas e flexibilizar o ambiente de trabalho.
Por outro lado, famílias, estudantes e perfis sem vínculo profissional devem planejar com cuidado para atender às novas exigências.
A Digital Vistos acompanha diariamente as atualizações oficiais da Suécia, Noruega e Dinamarca e oferece suporte completo para brasileiros que desejam trabalhar, estudar ou construir carreira na Escandinávia. Nossos especialistas orientam desde a escolha do visto até a preparação documental conforme as regras mais recentes dos países nórdicos.
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Por Carlos Silva – Jornalista 0099348/SP e Influencer Digital
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