Delegado atualiza caso da menina desaparecida e fala da mãe
Delegado atualizou o caso da menina Mariana Queiroz de Carvalho e falou sobre os familiares.
Bebê Mamãe|Do R7

O delegado responsável pelas investigações do desaparecimento da menina Mariana Queiroz de Carvalho de 10 anos que sumiu há oito dias deu atualizações das investigações. O delegado Williams Batista ainda respondeu sobre a família de Mariana.
O delegado começou contando para diversos veículos nesta quinta-feira (08) que eles ainda não conseguiram localizar a menina Mariana. “Infelizmente ainda não conseguimos localizá-la. A gente não vai falar sobre os depoimentos, inclusive para que não seja gerada violência contra pessoas inocentes. Então, a gente vai deixar os depoimentos por enquanto no sigilo para não atrapalhar as investigações e não gerar revolta indevida”.
Ele também ressaltou que os investigadores acreditam que Mariana está viva. “A gente vai continuar contando que ela esteja viva e trabalhando como se ela estivesse viva. O nosso procedimento é um procedimento que apura um desaparecimento”.
Ao ser questionado sobre a mãe, o padrasto e os tios de Mariana, o delegado explicou: “Todo mundo que teve contato com ela vai ser alvo da investigação. Todas as pessoas que eventualmente tiveram contato com ela no dia, naquele lapso temporal que a gente apura que ela tenha desaparecido vai ser alvo da investigação”. Ele também negou que os tios de Mariana estejam foragidos: “Não tem ninguém foragido”.
O delegado também foi questionado sobre a possibilidade de um dos tios de Mariana terem sido acusados de abuso contra uma outra pessoa. “Como isso tem relação com os depoimentos prestados, a gente não vai abrir ainda para evitar problemas. Estamos tendo problemas aqui por vezes com movimento de violência, quebrando coisas dos outros”, explicou.
Buscas pela menina Mariana Queiroz de Carvalho continuam
O delegado também falou sobre os próximos passos das investigações. “Os próximos passos são que vamos continuar buscando, tem algumas medidas sigilosas que a gente tá representando junto ao poder judiciário relacionado ao celular dela e ouvir mais gente e continuar buscando por ela”, afirmou.
Ele também pediu para que a população continue colaborando com informações que possam ter sobre o caso. “A gente pede que as pessoas continuem mandando informações, a gente está recebendo bastante informações. Estamos checando todas as informações, a nossa presença aqui mostra isso. É importante que a gente continue a mobilização popular para encontrar a Mariana”.
O delegado concluiu com um pedido: O que a gente pede é que a população continue abastecendo a Polícia Civil de informações, mas mantenha a calma para que a gente não gere nenhuma injustiça. A gente vai buscar em todo lugar que tivermos alguma informação sobre a Mariana”.
Menina Mariana Queiroz de Carvalho desapareceu no caminho à escola
A menina Mariana Queiroz de Carvalho desapareceu na quinta-feira passada (01) por volta de meio-dia. De acordo com a mãe, ela sumiu quando estava indo à pé sozinha para a escola, que fica distante um quilômetro de sua residência. O caso aconteceu em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro.
Mariana nunca chegou até a escola. A família afirma que tomou consciência do desaparecimento da criança quando o irmão mais velho dela, de 15 anos, foi buscá-la na escola às 16:00 e foi informado que a menina nunca havia chegado ao local.
Na última segunda-feira (05) a mãe de Mariana, Carla Silva, passou a ser muito criticada por vizinhos porque incendiou a casa da família. Para a Polícia Civil, a mãe afirmou que quis queimar as roupas da filha no desespero por não encontrá-la. A atitude fez com que praticamente toda a casa fosse incendiada. O incêndio ocorreu justamente no dia que a polícia faria perícia na residência.
Após incendiar a casa, a mãe ainda mandou uma mensagem de áudio para vizinhos falando o seguinte: “Fui eu que taquei fogo, gente. Não foi ninguém, fui eu, a mãe. É porque eu vi a minha filha crescer. Cuidei dela. Aí eu fui no quartinho dela, vi as coisinhas dela. Aí me bateu uma tristeza tão grande”.

















