Mãe das crianças de Bacabal fala após descoberta vir à tona
A mãe das crianças de Bacabal desabafou após uma nova descoberta surgir.
Bebê Mamãe|Do R7

A mãe das crianças desaparecidas de Bacabal no Maranhão, Clarice Cardoso, falou depois de novas descobertas surpreendentes sobre o caso terem vindo à tona. Ocorre que o comandante do corpo de bombeiros do Maranhão, Célio Roberto Araújo, falou sobre o caso e surpreendeu ao contar o que já foi descartado.
Recentemente, em conversa com o Metrópoles, o comandante Célio Roberto surpreendeu ao afirmar que as crianças Ágatha Isabelly, seis anos, e Allan Michael, quatro anos, NÃO estão perdidas na floresta!
As duas crianças se perderam juntamente com seu primo Anderson Kauã, oito anos, no dia 4 de janeiro. Apenas Anderson Kauã foi encontrado com vida, as duas outras crianças não foram achadas até o momento.
Agora, dois meses após o desaparecimento, o comandante Célio Roberto foi categórico ao afirmar que as crianças não estão na floresta. “Perdidos na mata eu posso cravar que não estão! Nós palmilhamos ali cada centímetro da mata. Os homens que estiveram no terreno usaram um aplicativo que temos, tivemos em média 300 pessoas por dia fazendo buscas conosco. E chegamos à conclusão que na mata elas não estão. Elas não teriam condições de estarem ali na mata se deslocando e fazendo uso do que a mata tem”, afirmou.
Este relato vai de acordo com o que a mãe das crianças, Clarice Cardoso, já afirma há bastante tempo. Ela também acredita que seus filhos não estão na floresta, porém, a mãe acredita que alguém levou os seus filhos. Algo que as equipes de segurança consideram uma hipótese mais difícil.
Mãe desabafa e comandante fala das buscas no rio
O comandante ainda falou sobre as buscas no casebre no meio da floresta chamado casa caída. “É bom que se diga que as buscas na casa caída só vêm a ser objeto de uma busca mais intensa depois que o Kauã relata. O Kauã relata que passou por uma casa caída, os cães são utilizados para fazer ali essa checagem e detectam que de fato os três estiveram ali nessa casa”.
O comandante continuou: “Tem outro dado importantíssimo. A partir do momento que se comprovou que as crianças estiveram ali na casa caída. Os cães farejadores fazem um percurso, conseguem farejar, vão até a margem do rio Mearim e detectam que as duas crianças, sem o Kauã já, elas chegam até a margem do rio Mearim”.
O comandante também detalhou como foram feitas as buscas no rio. “Por isso que se adotou já ali uma outra estratégia de fazer buscas subaquáticas e depois usar o sonar porque dentro do rio temos muitas árvores caídas, você tem que zerar qualquer dúvida. Mas essas buscas não trouxeram qualquer vestígio de que as crianças se afogaram ou foram devoradas por algum animal que tem na região”.
“Então, você continua com as buscas e eu digo sempre, o corpo de bombeiros vai estar à disposição da polícia civil que tem à frente da investigação e que está trabalhando com todas as frentes possíveis. A polícia civil avança com as investigações para o desfecho desse caso”.
O comandante concluiu seu relato abordando a possibilidade de alguém ter levado as duas crianças. “O certo é que as crianças chegaram até a margem do rio. E a polícia tem intensificado seu trabalho para não descartar nenhuma variável, das crianças terem desaparecido no rio ou por meio do rio. Acredito que em breve teremos desfecho deste caso”.
Em suas redes sociais, a mãe das crianças desaparecidas fez um novo desabafo após estas novas revelações do comandante. A mãe Clarice Cardoso compartilhou uma foto ao lado da filha Ágatha Isabelly e falou sobre seu desejo pela volta da menina. “Feliz nosso dia! Tudo que eu peço a Deus é que ele possa trazer vocês de volta pra mim!”, afirmou Clarice.


















