Padrasto tira vida de bebê de 8 meses e a mãe choca ao falar
A mãe e o padrasto foram detidos por terem tirado a vida do filho dela de 8 meses.
Bebê Mamãe|Do R7

A mãe e o padrasto foram presos por terem tirado a vida do filho dela de somente oito meses. O caso ocorreu em Macaé no Rio de Janeiro. O bebê foi levado para a UPA de Lagomar por um vizinho. O pequeno chegou ao local sem pulsação e teve seu falecimento constatado lá.
Para os investigadores, a mãe inicialmente disse que o padrasto havia agredido ela e o filho. Porém, conforme a investigação evoluiu, os médicos constataram lesões no corpo do bebê, inclusive marcas de agressões anteriores.
A genitora então mudou a sua versão durante o depoimento para a polícia. Ela afirmou para os policiais que o seu companheiro usou um travesseiro e um cobertor para sufocar o seu bebê porque o pequeno estava chorando.
A mãe ainda chocou ao afirmar que presenciou todo o crime, mas não fez nada para impedir. Ela alegou que não interferiu por medo de ser agredida. Ela também revelou que o padrasto já havia agredido seu bebê outras vezes.
Mãe e padrasto do bebê foram detidos
Após este depoimento da genitora, ela foi detida no último sábado (03). O padrasto chegou a fugir, mas foi preso no município de Itaboraí, região metropolitana do Rio, distante 150 quilômetros do local do crime. Mãe e padrasto estão detidos por homicídio qualificado. A polícia civil não informou os nomes dos acusados.
Em conversa com a RecordTV, Renato Gonçalves, presidente do Fórum de Proteção da Criança e do Adolescente comentou o caso e falou sobre a importância da família garantir a segurança dos bebês e crianças.
Ele disse: “A responsabilidade da proteção, embora compartilhada com o estado, com a sociedade, ela é inteiramente da família. A família tem o dever de prover a segurança necessária para as crianças. E na primeira infância, o seu desenvolvimento vai ser fundamental para o restante da sua vida. Portanto é fundamental pensar que o núcleo familiar seja protegido, que essa criança possa ficar protegida. Toda pessoa ao ter suspeita de que uma criança está sofrendo violência, faça a denúncia”.

















