Único suspeito de levar Madeleine McCann aparece e preocupa
Homem que teria levado a menina Madeleine McCann se envolveu em nova situação após 19 anos.
Bebê Mamãe|Do R7

O homem que teria levado a menina Madeleine McCann e é o único suspeito deste caso, Christian Brueckner, se envolveu em mais uma situação preocupante após ter sido solto. Christian é o único suspeito pelo desaparecimento da menina britânica.
A menina Madeleine McCann desapareceu 19 anos atrás. Ela tinha três anos de idade e estava no quarto de hotel em Praia da Luz, Portugal, acompanhada dos seus irmãos gêmeos de dois anos. Os pais de Madeleine, Kate e Gerry, estavam jantando com amigos no restaurante do hotel. Quando eles foram checar seus filhos, descobriram que Madeleine havia desaparecido do quarto.
Durante anos de investigações por Madeleine, os policiais não tiveram pistas sobre o que poderia ter acontecido. Porém, em 2017 os investigadores receberam informações sobre a possibilidade do alemão Christian Brueckner ter sido o responsável por levar a menina Madeleine.
Conforme as investigações sobre a relação de Christian Brueckner com o caso evoluíram, os policiais tanto da Alemanha quanto de Portugal e da Inglaterra se tornaram cada vez mais convencidos de que foi ele quem levou Madeleine McCann.
Atualmente, procuradores alemães acreditam que foi Christian quem sequestrou Madeleine e depois tirou a sua vida. Na época do desaparecimento da menina, Christian vivia na região da Praia da Luz. Além disso, as investigações já comprovaram que Christian estava próximo do hotel quando Madeleine desapareceu.
Homem que teria levado Madeleine McCann se envolveu em situação
Christian Brueckner permaneceu preso na Alemanha até setembro do ano passado. Ele havia sido condenado a sete anos de prisão pelo abuso de uma aposentada também na Paia da Luz, em Portugal. Além disso, Christian possui um histórico de abusos envolvendo crianças.
Christian nunca foi formalmente indiciado no caso de Madeleine McCann devido à falta de provas suficientes. Por isso, ele pode ser solto após cumprir a pena pelo que fez com a idosa. Christian nega que tenha sequestrado Madeleine, ele afirma não ter envolvimento no caso.
Agora, foi revelado pelo veículo alemão Der Spiegel que Christian Brueckner se envolveu em um confronto policial no dia 6 de junho. Christian teria agredido fisicamente policiais durante uma abordagem quando saia de um supermercado em Kiel no norte da Alemanha.
Christian teria se recusado a entregar o seu celular depois dos agentes terem percebido que ele estava fotografando policiais. Segundo a polícia de Kiel, quando foi interceptado pelos policiais, “houve uma agressão física ou um ato de resistência contra os agentes da lei por parte de Christian”. Um dos policiais teve uma lesão no joelho durante a confusão.
O advogado de Christian Brueckner, Philipp Marquort, confirmou o caso e criticou a atuação dos policiais. “A foto foi tirada a uma distância de mais de 40 metros e era inofensiva. Isto não equivale à perseguição de um homem inocente”, disse o advogado.
Christian segue utilizando a tornozeleira. Além deste caso, ele também é investigado por ter agredido um cidadão britânico em abril deste ano em Kiel na Alemanha.
O que aconteceu com Madeleine McCann?
Os investigadores acreditam que Christian Brueckner levou a menina Madeleine McCann. Depois de pouco tempo ele teria tirado a vida da menina. Contudo, Christian nunca chegou a ser indiciado oficialmente pelo caso devido à ausência de provas.
O promotor alemão responsável pelo caso de Madeleine McCann no país, Hans Christian Wolters, explicou para a Sky News, que apesar de não terem provas suficientes para uma acusação contra Christian, eles contam com evidências que indicam que Madeleine partiu.
O promotor afirmou: “Todos os indícios que temos, que não posso revelar, apontam na direção de que Madeleine está morta. Temos elementos que não podemos divulgar que corroboram a teoria de que Madeleine está morta, mesmo que eu tenha que admitir que não encontramos o corpo”.
O caso da menina Madeleine McCann segue sem respostas concretas mesmo depois de 19 anos. E seu principal e único suspeito agora está em liberdade e sem perspectiva de ser detido novamente e nem julgado pelo caso.

















