Cunhado de Ana Hickmann é absolvido pela Justiça de MG
Em 2016, Gustavo Correa atirou em rapaz que planejou atentado e tentou matar apresentadora; ela comemorou decisão: "Justiça foi feita"
Famosos e TV|Do R7

Gustavo Correa, empresário e cunhado de Ana Hickmann, foi absolvido pela Justiça de Minas Gerais da acusação de matar Rodrigo Augusto de Pádua. O rapaz, que se dizia fã da apresentadora, planejou um atentado contra ela. O caso aconteceu em maio de 2016 em um hotel em Belo Horizonte.
A decisão do Tribunal de Justiça de MG saiu na tarde desta terça-feira (10) e foi unânime, os três desembargadores votaram pela absolvição. Vale lembrar que em 2018, Gustavo já tinha sido julgado e, na época, também foi absolvido.
Nas redes sociais, Ana Hickmann comemorou a notícia e agradeceu a torcida dos fãs.
— Meu Deus, muito obrigada! 3 a 0! Legítima defesa! Mais uma vez a justiça foi feita. Decisão dos Desembargadores. Obrigada por todos que oraram, por todos que torceram, obrigada por cada mensagem de apoio e carinho. Agradeço ao nosso advogado pelo trabalho excepcional p or ter defendido o Gustavo e por ter trazido de volta pra nossa casa a paz.
Relembre o caso
No dia 21 de maio de 2016, um atirador invadiu o Hotel Caesar Business, no bairro Belvedere, zona Sul de Belo Horizonte (MG), com a intenção de matar Ana Hickmann. A apresentadora estava hospedada no local para participar de um evento na capital mineira.
O homem armado invadiu o quarto de Ana e efetuou disparos. Ela não foi atingida. Os tiros balearam a cunhada da apresentadora, Giovana Oliveira, no abdômen e na altura do braço.
Após atirar no quarto da apresentadora, o agressor fugiu pelo corredor do hotel. Gustavo Correa, cunhado de Ana Hickmann, correu até ele. Houve uma briga. O cunhado conseguiu desarmar o homem e atirou contra ele, matando o agressor.
O atirador foi identificado como Rodrigo Augusto de Pádua, mineiro de 30 anos. Era solteiro e não tinha filhos. Após o ocorrido, o irmão de Rodrigo disse que ele era "tranquilo e tímido" e "fã da apresentadora". Ele, no entanto, reconheceu que o irmão sofria de algum "desequilíbrio".















