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Dolly Parton morreu após ‘breve batalha contra o câncer’, afirma equipe da cantora

Informação foi divulgada pela revista People, poucas horas após o anúncio da morte da estrela da música country, nesta terça-feira (25)

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Dolly Parton faleceu aos 80 anos após uma breve batalha contra o câncer, segundo comunicado de sua equipe.
  • A artista foi internada no Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram, em Nashville, onde morreu quatro dias depois.
  • Dolly Parton teve uma carreira de mais de seis décadas, sendo uma das maiores representantes da música country e também atuou como atriz.
  • Além da música, Parton era empresária e filantropa, tendo fundado a Imagination Library, projeto de distribuição gratuita de livros para crianças.

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Dolly Parton, ícone da música country, morreu aos 80 anos Reprodução/Instagram @dollyparton - 23.04.2026

A cantora Dolly Parton morreu após ser diagnosticada com câncer. Segundo um comunicado de representantes da estrela da música country, a morte da artista nesta terça-feira (25), aos 80 anos, ocorreu após uma “breve batalha contra o câncer”. O tipo da doença não foi divulgado. A informação é da revista americana People.

A cantora havia sido internada no Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram em Nashville, no Tennessee, nos Estados Unidos, na sexta-feira (21), onde faleceu quatro dias depois.


“Após enfrentar bravamente uma breve batalha contra o câncer, Dolly deixou sua vida terrena hoje no Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram, cercada por seus entes queridos”, afirma o comunicado.

Uma das maiores representantes da música country, a cantora, compositora e atriz construiu uma carreira de mais de seis décadas e se tornou uma das artistas mais influentes da cultura americana. A morte foi comunicada pela família nas redes sociais.


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A notícia foi anunciada pelo sobrinho da artista, Bryan Seaver, que trabalhou por mais de 20 anos como chefe de sua segurança. Segundo ele, a própria Dolly havia pedido, anos atrás, que fosse responsável por comunicar sua morte quando o momento chegasse.

A despedida aconteceu pouco tempo depois de a cantora falar sobre sua saúde.


Em entrevista recente à revista People, Dolly contou que vinha enfrentando problemas de saúde e que havia deixado os próprios cuidados de lado enquanto acompanhava o marido, Carl Thomas Dean, que morreu em março de 2025. Mesmo assim, afirmou que ainda tinha planos e projetos que gostaria de realizar.

Quem era Dolly Parton?

Nascida em 19 de janeiro de 1946, no condado de Sevier, no Tennessee, Dolly foi a quarta de 12 filhos. Ela cresceu em uma pequena casa nas montanhas dos Smoky Mountains, em condições simples. A música, aprendida principalmente com a mãe, tornou-se desde cedo parte da vida da família.


Ainda criança, Dolly começou a cantar e tocar instrumentos. Antes de completar 20 anos, já havia se mudado para Nashville, principal centro da música country nos Estados Unidos, em busca de uma carreira profissional.

O primeiro grande impulso veio em 1967, quando foi contratada para participar do programa de televisão do cantor Porter Wagoner. A parceria rendeu sucessos em dueto, mas Dolly rapidamente ganhou projeção própria. Em 1974, decidiu deixar o programa para seguir carreira solo e escreveu “I Will Always Love You” como uma espécie de despedida de Wagoner.

Em 1992, Whitney Houston gravou uma nova versão para o filme O Guarda-Costas, transformando a composição de Dolly em um fenômeno mundial.

A composição faria parte da trajetória de Parton, que unia o country a outros estilos. Além de “I Will Always Love You”, seus sucessos incluem “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”.

Para além da música, Dolly também construiu uma carreira como atriz. Em 1980, estrelou “Como Eliminar Seu Chefe”, ao lado de Jane Fonda e Lily Tomlin. Depois, participou de filmes como “Flores de Aço” e ampliou sua atuação para a televisão e outros projetos de entretenimento.

Fora dos palcos, a artista também se tornou uma empresária de sucesso. Entre seus empreendimentos está o Dollywood, parque temático criado no Tennessee que se transformou em uma das principais atrações turísticas da região. Além disso, ela ganhou reconhecimento pelo trabalho filantrópico. Em 1995, criou a Imagination Library, iniciativa voltada à distribuição gratuita de livros para crianças. O projeto se expandiu para diferentes países e se tornou uma das marcas de seu legado social.

A carreira ainda foi marcada por importantes reconhecimentos. Ela entrou para o Country Music Hall of Fame e para o Rock & Roll Hall of Fame, além de conquistar diversos prêmios Grammy.

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