Fabiana Karla nega a jornal que sofra preconceito por seu peso: “Se eu sofri bullying, não sei”
Em Amor à Vida a atriz vive a enfermeira Perséfone
Famosos e TV|Do R7, no Rio

Em entrevista ao Globo deste domingo (13), a atriz Fabiana Karla negou que tenha sofrido preconceito por ser gordinha. Quando era mais jovem, ela se preocupava mais com o seu cabelo.
— Se eu sofri bullying não sei, passei batida. Só se foi pelas minhas costas, mas nunca percebi. Acho que sofria mais por ter cabelo enrolado e não saber dar forma a ele, que era meio repolho, meio cotonete. Sempre achei que falavam mais do meu cabelo do que do meu corpo.
Fabiana contou que sempre contou com o apoio de sua família, seu pai sempre a chamou de “linda”.
— Cresci ouvindo que era linda. E isso me ajudou. Fui criada assim. Papai, muito obrigada.
Entretanto, um dos dilemas de sua personagem, a enfermeira Perséfone, de Amor à Vida, é estar acima de peso.
— O preconceito hoje está tão alastrado que não é apenas em função da gordura, implicam até com a tua religião. Esse bullying é bem puxado. Eu me vejo como intérprete e faço o que me é proposto. Para mim, está sendo difícil emprestar esse sentimento à personagem. Quando essas cenas começaram, pensei em pessoas próximas que já foram vítimas, mas vou ser sincera. Passei a sentir um pouco na minha pele.
Atualmente a atriz é casada com Bruno Muniz e têm três filhos de outros relacionamentos, duas meninas e um menino. Fabiana confessou que está feliz e se sente amada. E se diverte com os elogios do filho Samuel.
—Hoje eu me sinto mais bonita. O meu filho estava me dizendo esses dias: “Mãe, se você fosse magra, não seria tão bonita”. A galera compra o meu barulho, o meu marido é Uruguaio. Gosta de carne, então está tudo certo.
















