Famosos e TV Johnny Depp segue briga com jornal que o chamou de 'espancador'

Johnny Depp segue briga com jornal que o chamou de 'espancador'

Astro de Hollywood perdeu a ação que movia contra o The Sun, no ano passado, mas disse que pretende recorrer de sentença

  • Famosos e TV | Do R7, com Reuters

Ator movia uma ação contra o jornal The Sun por tê-lo chamado de 'espancador de esposas'

Ator movia uma ação contra o jornal The Sun por tê-lo chamado de 'espancador de esposas'

REUTERS/Peter Nicholls- 07/07/2020

O astro de Hollywood Johnny Depp pedirá permissão na quinta-feira (18) para apelar da derrota em um caso de difamação julgado em Londres, na Inglaterra, no ano passado. O artista movia uma ação contra o jornal britânico The Sun por tê-lo chamado de “espancador de esposas”.

Andrew Nicol, um juiz da Alta Corte, determinou em novembro que Depp agrediu violentamente a ex-esposa Amber Heard durante o período de um relacionamento tempestuoso de cinco anos, fazendo-a temer pela própria vida em certas ocasiões.

A decisão veio depois de três semanas de audiências nas quais o tribunal ouviu acusações e contra-acusações impactantes de Depp, de 57 anos, e Heard, de 34 anos, sobre rompantes de violência que um acusa o outro de ter tido.

Depp, estrela de filmes como "Piratas do Caribe" e "Edward Mãos de Tesoura", havia ido a Londres para processar o jornal The Sun e um de seus jornalistas por causa de um artigo que afirmou que ele foi violento com Heard.

"Concluí que a grande maioria das supostas agressões do senhor Depp contra a senhorita Heard foram provadas", disse Nicol no parecer de novembro. Logo depois, os advogados dele disseram que o veredicto é tão falho que seria ridículo ele não apelar.

Eles disseram ser "perturbador" que o juiz tenha se fiado no depoimento de Heard e rejeitado os indícios de policiais, seu ex-assistente e outras testemunhas que eles disseram terem minado os indícios de Heard.

Na quinta-feira, a equipe legal de Depp pedirá permissão para apelar e se basear em indícios adicionais. A audiência, que se espera durar cerca de duas horas, será transmitida ao vivo no canal de YouTube do Tribunal de Apelações.

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