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Ronnie Von relembra terror em assalto: “Não posso desistir do meu País”

Apresentador relatou desespero após o crime e criticou a impunidade

Famosos e TV|Thiago Calil, do R7

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Ronnie Von foi assaltado junto com a mulher em São Paulo
Ronnie Von foi assaltado junto com a mulher em São Paulo

Ronnie Von ainda se acostuma com as lembranças da noite traumática que passou ao lado da esposa, Maria Cristina Rangel, na madrugada de segunda-feira (14) em São Paulo. Os dois sofreram um violento assalto na zona sul da cidade. “Essas linhas traumáticas ficam com a gente por um tempo”, desabafou. Agora o apresentador quer lutar contra a impunidade e usar sua influência para mudar a situação do País.

Os bandidos levaram tudo: dinheiro, documentos, cartões de banco, joias, celulares e um automóvel BMW, com um mês de uso. O casal não reagiu. Mesmo assim, Ronnie, de 71 anos, se feriu quando teve o relógio arrancado por um dos ladrões.


— Minha mão sangrava bastante. Minha mulher achou que eu tivesse levado um tiro.

O apresentador critica os rumos da política, os maus exemplos e a impunidade no País.


— Perdemos o direito de ir e vir. Que País é esse que você sai e tem que agradecer a Deus por ter chegado de volta? Não temos saúde, não temos educação, não temos segurança.

O ídolo da Jovem Guarda destaca que esse não foi o primeiro episódio de violência da família.


— Minha mulher foi sequestrada, ela foi assaltada na rua... ela acha que a solução é ir embora do País, como fez nosso filho mais novo. Eu não posso sair. O que eu vou fazer lá fora? É o meu País. Eu tenho que fazer alguma coisa. Não posso desistir do meu País. Mesmo que eu seja só uma andorinha. Mas eu vou reunir outras andorinhas.

O apresentador e a mulher foram abordados logo após entrarem em uma rua que sai da marginal Pinheiros, na região do Morumbi.


— Eles vieram de carro correndo, passaram na nossa frente e deram um cavalo de pau, fechando a rua. A gente fica rendido.

Ronnie Von relatou que teve de ir andando a pé pela marginal Pinheiros. “Imagine o desespero, minha mulher chorando. Não passava ninguém que pudesse ajudar”, relembra. Não bastasse isso, os dois não tinham nem como entrar em casa, já que os empregados não ouviam a campainha tocar e não tinham mais a chave da própria residência.

— Foi um inferno.

Segundo ele, os ladrões ainda o reconheceram durante o assalto.

— Teve uma hora que um deles começou a gritar “Olha quem é, olha quem é. Vamos embora”. 

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