Sobre separar a ficção da realidade, Juliana Silveira diz: “Não tem mais essa coisa de apanhar na rua”
Em conversa com o R7, a atriz falou sobre a líder neonazista que interpreta em Vitória
Famosos e TV|Rodrigo Teixeira, do R7

Juliana Silveira interpreta a sua primeira vilã da carreira. A atriz contou ao R7 que atualmente o público sabe separar a ficção da realidade, disse ainda que a perseguição e violência contra atores que fazem vilões é coisa do passado. Juliana dá vida a líder neonazista Priscila.
—Não tem mais essa coisa de apanhar na rua ou as pessoas te olharem feio. Não me chegam assim: ”Você é má, eu não gosto de você”, as pessoas chegam e dizem: “Eu não gosto da Priscila ou parabéns pelo trabalho”. Ainda não rolou nenhuma situação horrorosa comigo na rua.
Acostumada a interpretar mocinhas, Juliana disse que ainda olha para sua personagem e vê um desafio.
— Hoje em dia, eu ainda olho para a Priscila como um grande desafio. Mas, eu já estou acostumada com os tipos de cena, com a violência, com tudo. É um grande presente para uma atriz uma vilã que não tem absolutamente nada parecida comigo no meu jeito de pensar e no meu jeito de ser. Uma mega oportunidade.
Juliana Silveira deixou claro que interpreta vilã neonazista e que sua personagem não veio para ser amada.
— A autora não criou um núcleo neonazista para ser amado. Foi para se questionar e pensar sobre a questão, mas eu acho que as pessoas estão gostando do trabalho e sabendo separar a atriz do personagem.
Vitória tem mais de 50 capítulos no ar, mas Juliana disse que mesmo com esse tempo no ar ainda nãoconseguiu descobrir um ponto positivo em sua personagem.
— Uma personagem difícil, polêmica, vitória já superou os 50 capítulos e com isso você se acostuma com a energia e com esse tema mais pesado. Isso foi mais difícil inicialmente, mas a gente se acostuma.
















